Corinthians perde pênalti, mas luta até o fim e derrota o XV de Piracicaba

Da Redação:Romero, aos 46 minutos da etapa complementar, fez o gol da vitória do clube da capital paulista

No primeiro teste após reformular o seu elenco devido a saída de seus principais jogadores para o futebol chinês, o Corinthians conquistou uma vitória suada diante do XV de Piracicaba por 1 a 0, em partida realizada neste domingo, na Arena Corinthians, em São Paulo, pela primeira rodada do Paulistão Itaipava. Rodriguinho havia desperdiçado um pênalti no primeiro tempo, mas Romero salvou a festa aos 46 minutos da etapa final.

Empurrado por aproximadamente 30 mil torcedores, que compareceram à Arena, o Corinthians tomou a iniciativa na partida ante o XV de Piracicaba. O clube comandado pelo técnico Tite marcava o adversário no campo ofensivo e buscava abrir o placar na habilidade dos meias Elias e Danilo.

Foi dos pés de Rodriguinho, porém, que saiu a melhor chance do Corinthians. Após pênalti em Yago, o meia bateu, mas mandou pela linha de fundo. O erro empurrou o XV de Piracicaba ao ataque. Aos 30 minutos, Heitor empurrou para as redes, após grande defesa de Cássio na tentativa de Rodrigo Silva. Como estava impedido, o tento foi anulado.

O Corinthians voltou melhor para o segundo tempo, ficou com a posse de bola e pressionou o XV, que se segurava. O clube piracicabano insistia na bola parada e por pouco não abriu o marcador com Fábio Sanches. O defensor aproveitou o cruzamento para mandar rente à trave de Cássio.

Buscando a vitória, Tite tendou dar maior velocidade ao Corinthians, colocou Marlone no jogo, mas encontrou um adversário muito bem defensivamente. O XV seguiu jogando fechado, mas acabou sofrendo o gol aos 46 minutos. Rodriguinho lançou para Elias. O meia dividiu com o goleiro Bruno e a bola sobrou livre para Romero, que só teve o trabalho para empurrar.

Na próxima rodada, o XV de Piracicaba enfrenta o Rio Claro na quarta-feira, às 17h, no Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba. Já o Corinthians visita o Audax na quinta-feira, às 19h30, no Prefeito José Liberatti, em Osasco.

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Até que Romero aproveitou a sobra de bola e saiu para o abraço (Foto: Rodrigo Corsi/FPF)

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Rodriguinho perdeu um pênalti, para a alegria dos visitantes (Foto: Rodrigo Corsi/FPF)

 

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O XV de Piracicaba dificultou a vida dos mandantes (Foto: Rodrigo Corsi/FPF)

 

Da FPF

Paulistão 2016: Confira os resultados dos jogos do fim de semana

Da Redação: Veja os resultados dos jogos do Paulista – Série A1, A2 e A3
31/01
Campeonato Paulista – Série A1 – 2016
19h30-Botafogo 0 x 1 Palmeiras-Local: Estádio Santa Cruz – Ribeirão Preto – SP
19h30-Linense 1 x 0 Novorizontino-Local: Estádio Gilberto Siqueira Lopes – Lins – SP
11h00-Mogi Mirim 1 x 2 Audax-Local: Estádio Vail Chaves – Mogi Mirim – SP
17h00-Corinthians 1 x 0 XV de Piracicaba-Local: Arena Corinthians – São Paulo – SP
30/01
16h00-Água Santa 1 x 0 Ferroviária-Local: Estádio Distrital do Inamar – Diadema – SP
17h00-São Bento 1 x 1 Ituano-Local: Arena Barueri – Barueri – SP
17h00-Santos 1 x 1 São Bernardo-Local: Vila Belmiro – Santos – SP
19h30-Oeste 3 x 1 Ponte Preta-Local: Estádio dos Amaros – Itápolis – SP
19h30-Red Bull Brasil 1 x 1 São Paulo-Local: Estádio Moisés Lucarelli – Campinas – SP
21h00-Rio Claro 2 x 2 Capivariano-Local: Estádio Augusto Schmidt Filho – Rio Claro – SP

 

Campeonato Paulista – Série A2 – 2016
10h00-Paulista 1 x 4 Bragantino-Local: Estádio Jayme Cintra – Jundiaí – SP
10h30-Monte Azul 1 x 3 GuaraniLocal: Estádio Otacília Patrício Arroyo – Monte Azul Paulista – SP
16h00-Taubaté 5 x 1 Independente-Local: Estádio Joaquim de Moraes Filho – Taubaté – SP
16h00-Votuporanguense 0 x 0 Marília-Local: Arena Plínio Marin – Votuporanga – SP
19h00-Batatais 0 x 0 São Caetano-Local: Estádio Oswaldo Scatena – Batatais – SP
31/01/2016
10h00-Barretos 0 x 0 Portuguesa-Local: Estádio Fortaleza – Barretos – SP
10h00-Juventus 1 x 0 Penapolense-Local: Rua Javari – São Paulo – SP
16h00-Atlético Sorocaba 0 x 2 Mirassol-Local: Estádio Ítalo Mário Limongi – Indaiatuba – SP
16h00-Rio Branco 0 x 4 Santo André-Local: Estádio Décio Vitta – Americana – SP
18h30-Velo Clube 1 x 0 União Barbarense-Local: Estádio Benito Agnelo Castellano – Rio Claro – SP

 

Campeonato Paulista – Série A3 – 2016
19h00-Olímpia 0 x 3 Sertãozinho-Local: Tereza Breda – Olímpia – SP

30/01/2016
16h00-Rio Preto 0 x 1 Catanduvense-Local: Anísio Haddad – São José do Rio Preto – SP
16h00-Noroeste 2 x 2 Grêmio Osasco-Local: Alfredo de Castilho – Bauru – SP
17h00-Fernandópolis 0 x 2 Atibaia-Local: Cláudio Rodante – Fernandópolis – SP
17h00-São Carlos 4 x 0 Guaratinguetá-Local: Professor Luís Augusto de Oliveira – São Carlos – SP
19h00-Itapirense 0 x 2 Nacional-Local: Coronel Francisco Vieira – Itapira – SP
10h00-Flamengo 1 x 0 Comercial-Local: Antônio Soares de Oliveira – Guarulhos – SP
10h00-Internacional 0 x 1 São José-Local: Major José Levy Sobrinho – Limeira – SP
16h00-São José FC 1 x 2 Matonense-Local: Martins Pereira – São José dos Campos – SP
16h00-Grêmio Barueri 0 x 3 Primavera-Local: Arena Barueri – Barueri – SP

 

 

 

 

OMS estima que 4 milhões de pessoas terão Zika em 2016 nas Américas

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O continente americano deve ter entre 3 milhões e 4 milhões de casos de Zika em 2016. A estimativa é Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS). O cálculo é baseado no número de infectados por dengue, doença transmitida pelo mesmo vetor, em 2015. A organização considerou também a falta de imunidade da população para chegar a esse número.

A estimativa foi citada pelo diretor de Doenças Transmissíveis e Análise de Situação de Saúde da Opas, Marcos Espinal, em sessão da OMS sobre o vírus Zika. O continente americano registrou cerca de 2 milhões de casos de dengue no ano passado, sendo 1,5 milhão no Brasil.

Semana passada a organização alertou que o vírus Zika vai chegar a todos os países do continente americano, com exceção do Chile e do Canadá, onde não circula o vetor da doença, o mosquito Aedes aegypti.

Durante a sessão, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, avaliou que a situação do vírus no mundo mudou drasticamente, e que o Zika, após ser detectado nas Américas em 2015, se espalha de forma explosiva. Até o momento, segundo a diretora-geral, 23 países  reportaram casos da doença.

Transmitido por um mosquito bem conhecido dos brasileiros, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas só teve osprimeiros registros feitos pelo governo em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre de 2015, era que sua evolução era benigna e que os sintomas são parecidos, porém, mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, transmitidas pelo mesmo mosquito.

Porém, no dia 28 de novembro de 2015 o Ministério da Saúde divulgou que, quando gestantes são infectadas por este vírus, existe a possibilidade virem a gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro, que pode vir associada a danos mentais, visuais e auditivos.

A relação causal foi feita, entre outros motivos, porque, com a chegada do vírus no país, foi percebido aumento inesperado de nascimentos de crianças com a malformação, principalmente em locais onde há surto do Zika. Enquanto em 2014 foram anotadas 147 notificações, entre outubro de 2015 e janeiro de 2016 foram registradas 270.

Para a diretora-geral da OMS, há uma suspeita muito forte da relação causal entre o vírus Zika e casos de malformação congênita e síndromes neurológicas, mas ela não foi cientificamente estabelecida.

Da Agência Brasil*

Governo anuncia medidas de crédito para injetar R$ 83 bilhões na economia

Para impulsionar a produção e recuperar o crescimento, o governo anunciou hoje (28) medidas de estímulo ao crédito que injetarão R$ 83 bilhões na economia. Algumas ações de estímulo foram anunciadas mais cedo pela presidenta Dilma Rousseff, no encerramento da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

A medida que, segundo o governo, terá mais impacto sobre a economia é a agilização da aplicação dos recursos do Fundo de Infraestrutura do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) em empreendimentos da área e a simplificação da emissão de debêntures de infraestrutura, que liberará até R$ 22 bilhões. Essa medida, no entanto, necessita de aprovação do Congresso Nacional.

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O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, na reunião do Conselhão Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em segundo lugar, está a autorização para que parte da multa rescisória do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), paga em demissões sem justa causa, possa ser usada como garantia para o crédito consignado – com desconto das parcelas diretamente no salário – por trabalhadores do setor privado. A expectativa do governo é que a medida resulte na injeção de R$ 17 bilhões em crédito.

Em seguida, vem a abertura da linha de crédito para refinanciar as prestações do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) e do Programa de Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame), que deverá resultar em empréstimos de R$ 15 bilhões.

O governo também anunciou o reforço da concessão de crédito por bancos públicos com taxas menores que as de mercado. Os principais setores beneficiados serão as micro e pequenas empresas, a construção civil, os exportadores e o agronegócio.

A retomada da linha de pré-custeio agrícola do Banco do Brasil deverá injetar mais R$ 10 bilhões e a aplicação de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em Certificados de Recebíveis Imobiliários deverá impulsionar o crédito habitacional também em R$ 10 bilhões.

A reabertura da linha do BNDES para financiar capital de giro de empresas com garantia do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) e com redução das taxas de juros deverá resultar na liberação de mais R$ 5 bilhões. Por fim, o aumento do prazo máximo de pagamento e a redução da taxa de juros da linha de pré-embarque de produtos exportados injetará R$ 4 bilhões.

Segundo o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, as medidas não resultarão em custo para o governo porque os financiamentos terão taxas de mercado e o governo está apenas simplificando procedimentos e reduzindo riscos, o que ajuda o próprio mercado a reduzir as taxas de juros. “Em relação ao crédito, a maior parte das iniciativas são administrativas. Sem gerar custo adicional para os contribuintes brasileiros. Queremos usar melhor os recursos disponíveis”, declarou.

Com 47 empresários e 45 representantes da sociedade civil e das centrais sindicais, o Conselhão é um fórum de discussão sobre medidas a serem adotadas para recuperar o crescimento econômico. Depois de um ano e meio sem reuniões, o colegiado foi reativado recentemente pela presidenta Dilma. Segundo o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, deverão ser feitas quatro reuniões no ano. A próxima será em abril.

* Colaboraram Paulo Victor Chagas e Sabrina Craide

Da Agência Brasil*

Clube-empresa: o segredo do retorno da Ferroviária à elite do futebol paulista

Da Redação: A equipe de Araraquara ficou distante da primeira divisão por 19 anos e retorna nesta temporada Felipe Nabarro

Foto: Rodrigo Corsi/FPF

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Sair dos trilhos não estava nos planos do torcedor da Ferroviária há quase duas décadas. Os 19 anos fora da elite do futebol no Estado de São Paulo mostraram um cenário diferente para a cidade de Araraquara que até então estava acostumada a ver o time atuando diante de grandes potências paulistas.

Mesmo com consequentes rebaixamentos e acessos entre Série A2 e Segunda Divisão, o torcedor do time grená viu, apenas sete temporada depois, um projeto de reestruturação para o futebol do clube. “A diretoria estabeleceu em 2004 uma nova forma de gestão que chamamos de clube-empresa, logo todos os procedimentos adotados seguiriam o plano como de qualquer grande empresa do país”, destaca o diretor financeiro da Ferroviária, Enio Rodrigues.

Para que o projeto fosse executado, a diretoria profissionalizou todos os departamentos e estabeleceu importantes parcerias com empresários da região, além de captar sócios que auxiliam o time financeiramente. “Os diretores estatutários não recebem salários, porém todos os gestores do clube são remunerados. Seguimos a dinâmica de uma grande empresa, logo só contratamos profissionais preparados para dar o melhor para a Ferroviária”, complementou Rodrigues.

Mesmo com a reforma administrativa, o clube só teve um resultado efetivo no campo em 2010, ano do retorno à Série A2 estadual. A partir deste momento, o presidente Carlos Salmazo projetou a volta da Ferroviária para a primeira divisão. “Nosso objetivo era trazer a Ferroviária para a elite em cinco anos, conseguimos tal feito em apenas quatro temporadas. Além da reconstrução estrutural e financeira, buscamos referências através de outros clubes”, destacou Salmazo.

Parceria com grandes clubes brasileiros

Um trabalho conjunto com o Atlético Paranaense pode ser apontado como uma das fórmulas para a volta do time de Araraquara à elite estadual. Além da chegada de importantes jogadores como o goleiro e um dos líderes do elenco, Rodolfo, a equipe recebeu do time de Curitiba o auxìlio de dois gestores: Pedro Martins, CEO do clube e Sidiclei Menezes, coordenador de futebol.

Eles são alguns dos responsáveis pela chegada de Milton Mendes, técnico campeão da Série A2 pela Ferroviária. “O Milton trabalhava em Portugal e ninguém o conhecia no Brasil. O Atlético prospectou esse profissional e nos indicou para que realizássemos aquele fantástico trabalho”, exaltou o presidente fazendo referência ao título da Série A2 em 2015.

Milton Mendes seguiu para o rubro negro paranaense logo após a conquista com o time grená, que permaneceu o segundo semestre sem atividades no futebol profissional, apenas se estruturando para 2016.

Nesta temporada, além do comandante português Sérgio Vieira, o clube apostou em mais oito jogadores do Atlético Paranaense, três atletas do Atlético Mineiro, um do Fluminense e outro do Flamengo. “A contratação de alguns atletas seria inviável caso não contássemos com esses parceiros. Entramos como uma importante vitrine para esses atletas e ganhamos um fôlego financeiro para estruturar cada vez mais o time e complementar o elenco com outras peças”, comentou o presidente Carlos Salmazo.

Sequência no planejamento

Portugal parece ser o local preciso para que Atlético Paranaense e Ferroviária encontrem seus comandantes. Depois de Milton Mendes, o escolhido para treinar o time do interior de São Paulo foi Sérgio Vieira, profissional que chegou no Atlético Paranaense ainda em 2015 para atuar em outra função. “Quando fui contratado me chamaram para desempenhar o papel de coaching técnico, porém recebi duas grandes oportunidades. Primeiramente treinei o Guaratinguetá na Série C do Brasileiro e agora vou comandar essa locomotiva nesse momento especial”, exaltou o português.

Confira a entrevista com Sérgio Vieira

Qual o principal desafio em comandar um time que está longe da elite paulista há 19 anos?
SV: Sabemos de todas as dificuldades que vamos encontrar. A campanha da Série A2 em 2015 foi espetacular, mas agora a história é outra. A primeira divisão no Estado de São Paulo exige muito mais do que um bom trabalho. Aqui todos são bem estruturados e por isso vamos ter que nos doar ainda mais para conquistar o principal objetivo: a vaga na Série D do Brasileiro.

Qual sua análise sobre essa parceria com o Atlético Paranaense?
SV: Ninguém perde na parceria. O Atlético tem muitos jogadores de qualidade formados na base que nem sempre conseguem o espaço no time profissional. A Ferroviária analisa o desempenho desses jogadores e os recebe para que façam parte do elenco. Financeira e tecnicamente é importante para os dois clubes.

Existem semelhanças no seu trabalho e do Milton Mendes?
SV: É difícil estabelecer qualquer tipo de comparação com o trabalho do Milton, pois não conheço a forma dele agir em diversas situações, como por exemplo, o trabalho de campo e a forma de lidar com os jogadores. A única semelhança clara é o fato de nós termos trabalhado fora do Brasil e trazido uma experiência diferenciada.

Quais as diferenças do futebol na Europa e no Brasil?
SV: A Europa já possui uma estrutura de trabalho muito interessante e aqui no Brasil estamos formando isso. Aqui em São Paulo encontramos uma situação relativamente parecida com a Europa, tanto estruturalmente quanto em competitividade, mas ainda devemos melhorar para alcançar um nível alto.

Qual estilo de jogo a Ferroviária deve adotar para a disputa do Paulistão Itaipava?
SV: O torcedor se acostumou com um futebol envolvente, até por isso buscamos manter essa ideia, mas sabemos que o time deve ter muita compactação e tranquilidade para alcançar o objetivo da Série D.

Time-base: Rodolfo; Igor, Wanderson, Luan e Talisson; Juninho, Renato Xavier, Rossetto e Danielzinho; Tiago Adan e Samuel.
Técnico: Sérgio Vieira.

Com informações da FPF

Confira os jogos deste fim de semana pelo Campeonato Paulista de 2016

Da Redação: Veja os jogos das Série A1,A2 e A3 do Paulistão 2016
30/01/2016
Paulistão A1 Itaipava
16h00-Água Santa-SP x Ferroviária-SP-Local: Distrital do Inamar – Diadema – SP
17h00-São Bento-SP x Ituano-SP-Local: Municipal Walter Ribeiro – Sorocaba – SP
17h00-Santos-SP x São Bernardo-SP-Local: Vila Belmiro – Santos – SP
19h30-Oeste x Ponte Preta-SP-Local: Estádio dos Amaros – Itápolis – SP
19h30Red Bull Brasil-SP x São Paulo-SP-Local: Moisés Lucarelli – Campinas – SP
21h00-Rio Claro-SP x Capivariano-SP-Local: Doutor Augusto Schmidt Filho – Rio Claro – SP

31/01/2016
Paulistão A1 Itaipava
11h00-Mogi Mirim-SP x Audax-SP-Local: Romildo Ferreira – Mogi Mirim – SP
17h00-Corinthians-SP x XV de Piracicaba-SP-Local: Arena Corinthians – São Paulo – SP
19h30-Botafogo-SP x Palmeiras-SP-Local: Santa Cruz – Ribeirão Preto – SP
19h30-Linense-SP x Novorizontino-Local: Gilbertão – Lins – SP

 

30/01 /2016
Paulistão A2 Itaipava
10h00-Paulista-SP x Bragantino-SP-Local: Jayme Cintra – Jundiaí – SP
10h30-Monte Azul x Guarani-SP-Local: Otacília Patrício Arroyo – Monte Azul Paulista – SP
16h00-Taubaté-SP x Independente-Local: Joaquim de Morais Filho – Taubaté – SP
16h00-Votuporanguense x Marília-SP-Local: Arena Plínio Marin – Votuporanga – SP
19h00-Batatais x São Caetano-SP-Local: Oswaldo Scatena – Batatais – SP
10h00-Barretos x Portuguesa-SP-Local: Antônio Gomes Martins – Barretos – SP
10h00-Juventus-SP x Penapolense-SP-Local: Rua Javari – São Paulo – SP
16h00-Atlético Sorocaba x Mirassol-SP-Local: Walter Ribeiro – Sorocaba – SP
16h00-Rio Branco-SP x Santo André-SP-Local: Décio Vitta – Americana – SP

31/01 /2016
18h30-Velo Clube x União Barbarense-SP-Local: Benito Agnelo Castellano – Rio Claro – SP

 

30/01/2016
Paulistão A3
16h00-Rio Preto-SP x Catanduvense-Local: Anísio Haddad – São José do Rio Preto – SP
16h00-Noroeste-SP x Grêmio Osasco-SP-Local: Alfredo de Castilho – Bauru – SP
17h00-Fernandópolis x Atibaia-SP-Local: Cláudio Rodante – Fernandópolis – SP
19h00-Itapirense x Nacional-SP-Local: Coronel Francisco Vieira – Itapira – SP

 
31/01 /2016
Paulistão A3
10h00-Flamengo-SP x Comercial-SP-Local: Antônio Soares de Oliveira – Guarulhos – SP
10h00-Internacional-SP x São José-Local: Major José Levy Sobrinho – Limeira – SP
16h00-São Carlos-SP x Guaratinguetá-SP-Local: Professor Luís Augusto de Oliveira – São Carlos – SP
16h00-São José FC-SP x Matonense-Local: Martins Pereira – São José dos Campos – SP
16h00-Grêmio Barueri x Primavera-SP-Local: Arena Barueri – Barueri – SP
19h00-Olímpia x Sertãozinho-Local: Tereza Breda – Olímpia – SP

 

São Paulo: chuva provoca rompimento de adutora na capital e estragos no interior

Divulgação

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Córrego Pinheirinho transbordou e entrou em residências e comércios

A forte chuva que atingiu a capital paulista na noite de ontem (28) causou prejuízos. Uma adutora se rompeu na Freguesia do Ó, zona norte da cidade, e alguns córregos transbordaram. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrou 52 vias alagadas, das quais 28 ficaram intransitáveis para veículos.

A adutora de grande porte da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) rompeu às 18h de ontem, na rua Flores de Minas, cruzamento com a rua Flores de Goiás. Equipes da Defesa Civil e da Subprefeitura foram acionadas. Não houve vítimas.

Na Avenida 23 de Maio, dois veículos foram atingidos por queda de árvore, ninguém ficou ferido. O córrego Ribeirão Piqueri, na Vila Fidalgo, zona norte, transbordou na altura da Travessa Foz do Tejo às 17h. Mais cedo, por volta das 16h, o Córrego Ipiranga (zona sul) também transbordou, na altura da Praça Leonor Kalpa.

Na zona leste, também subiram os níveis dos córregos Rio Verde, em Itaquera, e Lajeado, na Rua Manoel de Lima. Apesar dos transbordamentos, a água não atingiu residências do entorno, segundo a prefeitura.

A AES Eletropaulo informou que a zona sul da capital foi uma das mais afetadas pelo temporal, com rajadas de vento de mais de 50 quilômetros por hora. Equipes de eletricistas atenderam ocorrências de falta de eletricidade nas cidades de Cajamar, Santana do Parnaíba, Barueri e Cotia.

Segundo o Cenro de Gerenciamento de Emergências da cidade, as chuvas foram mais fortes nas zonas sul (42,7 mm) e oeste (41,3 mm). No centro choveu 33,9 mm, na zona norte, 34 mm e na zona leste, 32,2 mm.

Interior do estado

De acordo com a Defesa Civil, um temporal de curta duração por volta das 15h30, na cidade de Valinhos, alagou casas e assustou a população. O Córrego Pinheirinho transbordou e entrou em residências e comércios. No centro da cidade, alguns automóveis ficaram submersos. Outros bairros afetados foram Pinheirinho, Vila Tereza, Vila Progresso, Jardim Mirim, Residencial Aquarius e Barra Funda.

A Defesa Civil fez atendimentos também nas cidades de Pirassununga, Santa Rita do Passa Quatro, Atibaia e Jundiaí. Nesses municípios, casas e vias foram alagadas. Não houve feridos.

 

Da Agência Brasil

Índice do aluguel tem alta de 10,95% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) avançou neste começo do ano, passando de uma alta de 0,49%, em dezembro, para 1,14%, em janeiro. Essa variação é maior do que a registrada há um ano, quando o índice havia atingido 0,76%. No acumulado dos 12 meses, a taxa indica aumento de 10,95%. O índice acumulado é utilizado para o cálculo do reajuste do aluguel e de tarifas públicas, entre outros tipos de correção.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de dezembro e 20 de janeiro..

Foram constatadas elevações nos três componentes da taxa. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu de 0,39% para 1,14% e , no acumulado de 12 meses, apresentou variação acima da média do IGP-M, com 11,84%. Entre as principais altas estão os itens de commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional) como, por exemplo, a soja (em grão, de -2,59% para 1,83%); o minério de ferro (de -8,57% para -3,44%) e o milho (em grão, de 1,51% para 9,68%). As aves apresentaram recuo de 2,48%, ante uma alta de 2,39% para -2,48%; a cana-de-açucar teve uma subida de preço menos intensa (de 3,30% para 1,39%) e a mandioca passou de 12,23% para 4,71%).

No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ganhou força ao passar de 0,92% para 1,48%. Seis das oito grupos pesquisados apresentaram acréscimos com destaque para educação, leitura e recreação (de 1,05% para 3,67%). Entre as pressões estão os cursos formais, que em dezembro estavam com preços estáveis e, em janeiro, foram corrigidos em 6,67%. Os alimentos também causaram impacto, com avanço na média de 2,36% ante uma alta em dezembro de 1,7%.

O terceiro componente do IGP-M , o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) saltou de 0,12% para 0,32%, refletindo tanto o aumento dos preços dos materiais, equipamentos e serviços (de 0,23% para 0,52%) quanto da mão de obra (de 0,02% para 0,15%).

 
Da Agência Brasil

Desemprego fecha dezembro em 6,9% e atinge maior taxa para o mês desde 2007

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Carteira de trabalhoArquivo/Agência Brasil

A taxa de desocupação no país fechou o mês de dezembro em 6,9%, a maior já registrada para um mês de dezembro desde 2007, quando o desemprego atingiu 7,4% da população economicamente ativa. A informação foi divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que está sendo divulgada pela última vez pelo IBGE, pois o indicador será substituído pela Pnad Contínua, que é mais abrangente e já vem sendo divulgada pelo instituto.

Com a variação de dezembro, a taxa média de desocupação de janeiro a dezembro foi estimada em 6,8% em 2015 e em 4,8% em 2014. Segundo o IBGE, a elevação de 2 pontos percentuais entre um ano e outro foi a maior de toda a série anual da pesquisa, e também interrompeu a trajetória de queda do desemprego que ocorria desde 2010.

O IBGE ressalta, porém, que no confronto com o início da série em 2003, quando a taxa foi 12,3%, houve queda de 5,5 pontos percentuais.

Média anual

Em 2015, a média anual da população desocupada foi estimada em 1,7 milhão, contingente 42,5% superior à média de 2014 (1,2 milhão de pessoas). “Além de ser o maior crescimento anual da série, a elevação em 2015 interrompeu a trajetória de redução dessa população, iniciada em 2010”, informa o IBGE. Contudo, em relação a 2003 (2,7 milhões), o contingente de desocupados caiu 35,5%. Nesse período, a redução foi de 940 mil desempregados.

A média anual da população ocupada em 2015 foi estimada em 23,3 milhões de pessoas, recuando 1,6% em relação a 2014, quando o contingente era de 23,7 milhões pessoas. Em 2014, essa população havia retraído pela primeira vez (-0,1%) em toda a série anual, acentuando a queda em 2015.

Carteira assinada

A PME indica que o percentual médio de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, em relação à população ocupada, passou de 50,9% (12,1 milhões) em 2014 para 50,3% (11,7 milhões) em 2015.

De 2014 para 2015, houve redução de 2,7% (329 mil pessoas a menos) no contingente de trabalhadores com carteira assinada, registrando a primeira queda anual em toda a série. No ano de 2003, a proporção era de 39,7% (7,5 milhões). Portanto, em 13 anos, o contingente dos trabalhadores com carteira assinada expandiu 57,1% (4,3 milhões de pessoas a mais).

A PME indica, ainda, que em 2015, após dez anos de ganhos anuais sucessivos, a média anual do rendimento real da população ocupada, de R$ 2.265,09, registrou perda de 3,7% em relação a 2014, a primeira queda desde 2005. Todas as regiões tiveram perda, com destaque para Belo Horizonte (-4,6%), Rio de Janeiro (-4,0%) e São Paulo (-4,0%). Na comparação dos números de 2015 com 2003, houve aumento de 28,4% no rendimento de trabalho da população ocupada, o que representou um ganho de cerca de R$ 501,25.

Comportamento semelhante pode ser observado na média anual da massa de rendimento real mensal habitual. Em 2015 foi estimada em R$ 53,6 bilhões, apresentando a primeira retração anual na série (-5,3%). Na comparação com 2003, entretanto, houve também aumento considerável: de 59,2%.

Serviços domésticos

O único setor da economia a apresentar crescimento no contingente de trabalhadores ocupados foi o de serviços domésticos. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, a população ligada à atividade de serviços domésticos apresentou crescimento de 1,5%, entre 2014 e 2015, revertendo a trajetória de redução iniciada em 2010. Todos os demais grupamentos tiveram redução, sendo as principais quedas observadas na indústria (-5,5%) e na construção (-3,6%).

De uma maneira geral, o nível da ocupação (proporção entre a população ocupada e a população em idade ativa) alcançou média de 51,9% em 2015, caindo 1,4 ponto percentual em relação a 2014 (53,3%). Essa foi a maior queda anual do indicador, que pode ser explicada pela redução da ocupação em 2015. Na comparação com 2003, quando esse indicador era de 50%, houve expansão de 1,9 ponto percentual.

Já o nível da ocupação das mulheres (44,3%) continua inferior ao dos homens (61%), mesmo mostrando maior aumento em relação a 2003: 0,1 ponto percentual (homens) e 3,8 pontos percentuais (mulheres). Em relação ao nível de ocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade, a proporção passou de 57,3% em 2014 para 53,8% em 2015 – queda de 3,5 pontos percentuais, o que levou o nível de ocupação entre os jovens a voltar ao mesmo valor observado em 2003.

Pretos e pardos

Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego também mostra que persistem as disparidades entre os rendimentos das pessoas pretas e pardas em relação às brancas e também entre homens e mulheres.

Embora a pesquisa tenha mostrado que de 2003 a 2015, o rendimento dos trabalhadores de cor preta ou parda cresceu 52,6%, enquanto o rendimento dos trabalhadores de cor branca cresceu 25%, esse expressivo crescimento em 13 anos, não foi suficiente para reverter o quadro da desigualdade racial.

Os trabalhadores ocupados de cor preta ou parda ganhavam, em média, em 2015, 59,2% do rendimento recebido pelos trabalhadores de cor branca. O IBGE destacou, porém, o fato de que, em 2003, o percentaul não chegava à metade (48,4%).

No que diz respeito ao sexo feminino, o levantamento do IBGE indica que, em 2015, em média, as mulheres ganhavam em torno de 75,4% do rendimento recebido pelos homens, o que, no entanto, representou uma expansão de 1,2 ponto percentual frente a 2014 (74,2%). A menor percentual foi registrado em 2007 (70,5%).

Escolaridade

Os dados da PME indicaram, ainda, que em 2015, 22% das pessoas ocupadas tinham ensino superior completo. A proporção de pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo cresceu, de 2003 para 2015, de 46,7% para 66,5%, um aumento de 19,8 ponto percentual, acima do aumento verificado na população total de 10 anos ou mais, que foi de 16,7 ponto percentual. Aumentou também a proporção de trabalhadores com o ensino superior completo: em 2003 eles representavam 13,8%, já em 2015 esta estimativa ultrapassou um quinto dos ocupados (22%).

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada pelo IBGE nas regiões metropolitanas do Recife, de Salvador, Belo Horizonte, do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre. Esta é a última vez que a pesquisa é divulgada. A partir de agora, a taxa de desocupação do país será medida pela Pesquisa nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) – mais abrangente que a PME por envolver número muito maior de cidade e regiões metropolitanas.

*Matéria alterada às 10h46 para acréscimo de informação.

 
Da Agência Brasil

Aneel reduz valor extra na conta de luz a partir de fevereiro

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Em reunião ordinária realizada hoje (26), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a redução nas bandeiras tarifárias amarela e vermelha, que aumentam a conta de luz do consumidor quando fica mais caro produzir energia no país.

A partir de fevereiro, o valor da bandeira amarela vai cair de R$ 2,50 para R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, redução de 40%.

Já a bandeira vermelha terá um patamar intermediário, mais barato, de R$ 3,50 para cada 100 kWh. O patamar mais caro foi mantido em R$ 4,50 para cada 100 kWh.

As bandeiras tarifárias coloridas – verde, amarela e vermelha – foram criadas como uma maneira de informar ao consumidor os custos que são repassados para a conta de luz com o acionamento de usinas termelétricas, que geram uma energia mais cara e são ligadas quando as hidrelétricas produzem menos por causa do baixo nível de seus reservatórios.

A Aneel divulga no próximo dia 29 de janeiro qual será a bandeira tarifária que vai incidir sobre as contas de luz de fevereiro. A bandeira vermelha encontra-se vigente, onerando a conta do consumidor, pelo menos desde março de 2015.

A decisão desta terça foi baseada em estudos da Superintendência de Gestão Tarifária da Aneel.

 

Da Agência Brasil