16ª edição Loucos por Vinil de Embu das Artes

Da Redação

O “Loucos por Vinil Fair” chega à sua a 16ª edição para reunir fãs, expositores de disco de vinil e shows ao vivo. O homenageado neste ano será o cantor Tim Maia, falecido em 1997. A entrada é gratuita.

O encontro ocorrerá no dia 8 de abril (domingo) a partir das 9h no Centro Cultural Mestre Assis do Embu, que fica no Largo 21 de Abril, 29, Centro, Embu das Artes. A promoção é da Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esporte. Destaque para o show de Rainer Tankred Pappon, guitarrista de rock progressivo. (ASSISTA: https://www.youtube.com/watch?v=S0ZhWtCID6o )

O “Loucos por Vinil” foi idealizado em 2001 pelo artista plástico Paulo Dud com o objetivo de reunir colecionadores e admiradores do velho bolachão. É uma oportunidade dos apaixonados por LPs trocarem, venderem e circularem informações que fazem reviver bons tempos.

Décadas depois do lançamento do CD pelas grandes indústrias fonográficas, os long plays não param de ganhar novos fãs, desde aficionados por ídolos e músicas antigas até os DJs das mais modernas tendências musicais.

Programação

- Adriano Morais / pop e canções de Tim Maia / às 15h

- Dix3 / clássicos do rock/ às 16h30

- Rainer Tankred Pappon / às 18h30
Guitarrista paulistano, “o alemão da guitarra verde”, é profissional desde 78 e tem discos gravados com trabalho próprio. Toca rock progressivo e instrumental com influências de Frank Zappa, Focus, King Crimson, Mahavishnu Orchestra, Som Nosso, Mutantes e Yes. É um dos fundadores da The Central Scrutinizer Band (Zappa Cover), que teve o reconhecimento do próprio Frank em 1991.

16º Loucos por Vinil Fair
Domingo (8/4), das 9h às 20h
Largo 21 de Abril, 29, Centro, Embu das Artes
Tel.: 4785-3686 /4781-4462
Grátis

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Indústria fecha bimestre com crescimento de 4,3%, diz IBGE

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Produção industrial teve em janeiro e fevereiro expansão de 4,3% na comparação com primeiro bimestre de 2017, a maior alta para um primeiro bimestre desde os 4,7% de 2011 Arquivo/Agência Brasil

A produção industrial brasileira fechou os dois primeiros meses do ano com crescimento acumulado de 4,3% na comparação com o primeiro bimestre de 2017, a maior alta para um primeiro bimestre desde os 4,7% de crescimento verificado em 2011.

A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (3), no Rio de Janeiro, a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil) de fevereiro, quando o parque fabril fechou com expansão de 0,2% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, impulsionado pelo comportamento do segmento de Bens Duráveis.

Crescimento veio depois de queda

Os dados indicam que o crescimento de fevereiro ocorre depois de uma queda de 2,2% em janeiro, comparativamente a dezembro do ano passado, interrompendo uma série de quatro resultados positivos consecutivos.

Em relação a fevereiro de 2017, na série sem ajuste sazonal, a indústria cresceu 2,8%. É a décima taxa positiva consecutiva na base de comparação e a menos acentuada desde os 2,6% de setembro de 2017. Já o acumulado nos últimos 12 meses avançou 3%, também o melhor resultado desde os 3,6% de junho de 2011.

Para o IBGE, o crescimento de 2,8% na comparação fevereiro 2018/fevereiro 2017 é a décima taxa positiva consecutiva da produção industrial, impulsionada pela alta de 15,6% na produção de Bens de Consumo Duráveis.

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Copa do Mundo, que começa em junho na Rússia, impulsionou produção de televisores no Brasil Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Expansão por segmentos

A pesquisa constatou que, entre as grandes categorias econômicas, os itens Bens de Consumo Duráveis e Bens de Capital cresceram 7,8%. Já o setor de Bens de Consumo Semi e Não Duráveis expandiu 1,6% e Bens Intermediários, 1,5%. Em ambos os casos, no entanto, a alta ficou abaixo da média do índice geral de 2,8%.

O estudo indicou que, entre os Bens de Consumo Duráveis, categoria que abrange o segmento de eletroeletrônicos e o setor automobilístico, um dos destaques foi o aumento da produção de televisores.

Considerando todo o setor de eletrodoméstico da chamada linha marrom, composta por televisores, aparelhos de som e similares, o aumento em fevereiro foi de 41,1% frente a fevereiro do ano passado.

Segundo o gerente da pesquisa, André Macedo, “esse crescimento já era esperado, porque, tradicionalmente, há uma produção expressiva de TVs nos três meses antes da Copa do Mundo”, que começa em junho, na Rússia, para terminar em julho.

Para o Macedo, de modo geral, “o aumento na massa salarial, a melhora gradual nos índices de ocupação e a redução das taxas de juros do comércio são fatores que ajudaram na melhora da indústria nesses últimos meses”.

Resultado acumulado no ano

O crescimento de 4,3% no índice acumulado da indústria nos dois primeiros meses deste ano, diante de igual período de 2017, reflete resultados positivos nas quatro grandes categorias econômicas, 21 dos 26 ramos, 57 dos 79 grupos e 57,4% dos 805 produtos pesquisados pelo IBGE.

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o primeiro bimestre do ano mostrou maior dinamismo para Bens de Consumo Duráveis, com expansão de 17,9%, e Bens de Capital: 12,6%. No caso dos Bens de Consumo Duráveis, o impulso, em grande parte, veio da ampliação na fabricação de automóveis (14,4%) e de 26,5% na de eletrodomésticos.

No caso de Bens de Capital, a influência ficou por conta de equipamentos de transporte, com expansão de 22,7%, para construção (65,7%) e de uso misto (24,7%). Os setores de Bens Intermediários (2,9%) e de Bens de Consumo Semi e Não Duráveis (2,2%) também acumularam taxas positivas no ano, embora abaixo da média nacional de 4,3%.

Entre as atividades, o item veículos automotores, reboques e carrocerias, com crescimento de 21,7%, exerceu a maior influência positiva sobre a indústria, seguido por equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (30,4%), metalurgia (9,2%) e produtos alimentícios (3,6%), entre outros.

Entre as cinco atividades em queda, as principais influências foram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,9%) e de indústrias extrativas (-2,7%).

Já entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o primeiro bimestre do ano mostrou maior dinamismo para Bens de Consumo Duráveis (17,9%) e Bens de Capital (12,6%), impulsionados, em grande parte, pela ampliação na fabricação de automóveis (14,4%) e eletrodomésticos (26,5%) e de Bens de Capital para equipamentos de transporte (22,7%), para construção (65,7%) e de uso misto (24,7%), na segunda.
Da Agência Brasil

Justiça manda pagar abonos do PIS/Pasep não sacados nos últimos 5 anos

A Justiça Federal em São Paulo determinou que a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil convoquem todos os trabalhadores que não receberam abonos salarias do PIS (Programa de Integração Social) e do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) nos últimos cinco anos para sacar o dinheiro. A decisão, proferida pela 2ª Vara Cível Federal da capital paulista, é resultado de uma ação civil pública ajuizada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, órgão vinculado ao Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP).

A ordem judicial estende-se aos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, que compõem a 3ª Região da Justiça Federal. Trabalhadores que ganham até dois salários mínimos mensais têm direito a receber o abono equivalente a um salário mínimo anual, mas, segundo o MPF, “nem todos sabem disso”. De acordo com a procuradoria, os bancos públicos “têm não só deixado de divulgar amplamente a disponibilidade dos recursos aos beneficiários, como também se baseado em prazos inconstitucionais para dificultar os saques”.

Os prazos são estipulados em resoluções da União, editadas anualmente, por meio do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). O MPF explica que a Constituição garante o direito ao abono sem condicioná-lo a datas para saque.

Os atos normativos, no entanto, restringem o período em que os beneficiários podem retirar as quantias ao longo do ano. Além disso, autorizam que valores não sacados de acordo com o calendário sejam automaticamente revertidos para as outras finalidades do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

O pedido do MPF era para que pagamento fosse efetuado independentemente de datas previstas em resoluções, o que foi acolhido na sentença. Os cinco anos retroativos referem-se ao prazo máximo que a Fazenda Pública tem para fazer cobranças. Os valores que os trabalhadores terão direito de sacar serão reajustados com juros e correção monetária com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-e).

“A decisão impõe também que valores não retirados sejam mantidos pelo mesmo período nas instituições bancárias, em vez de revertidos ao FAT, facilitando o acesso às parcelas por quem as requeira”, explicou a procuradoria.

A sentença prevê ainda a condenação da União por danos morais coletivos, cabendo pagamento de R$ 477 mil, que deverão ser depositados no Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Bancos respondem

Em nota, o Banco do Brasil diz que “cumpre integralmente a legislação vigente sobre o Pasep, informa que foi notificado da decisão e está avaliando as medidas cabíveis”.

A Caixa Econômica Federal diz que acata as determinações do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e informa que aguarda manifestação deste “para a adoção das providências necessárias para o pagamento dos benefícios não sacados nos últimos cinco anos”. A instituição destaca as amplas campanhas realizadas anualmente para divulgar o calendário de pagamentos do abono salarial e diz que “obtém resultados expressivos nos índices de pagamento”.

A Agência Brasil procurou também a Advocacia-Geral da União (AGU), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

*Colaborou Francisca Sousa
Da Agência Brasil

Acidentes nas rodovias federais caem 23% na Semana Santa, comparado a 2017

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PRF reforçou a fiscalização nas rodovias federais na Semana Santa(Arquivo/Divulgação/PRF)

Nos quatro dias da Operação Semana Santa, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 854 acidentes nas rodovias federais do país, redução de 23% em relação a 2017, quando foram contabilizados 1.115 acidentes. Os números preliminares da operação, realizada entre quinta-feira (29) e domingo (1º), foram divulgados hoje (2).

Segundo a PRF, 70 pessoas morreram, uma redução de 16% em relação ao feriado do ano passado, quando foram registradas 83 mortes. Foram contabilizados 905 feridos contra 1.155 na Operação Semana Santa do ano passado, o que representa queda de 22%.

“As ações de fiscalização focaram nas condutas associadas com o maior número de acidentes como ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, alcoolemia ao volante e falta de equipamentos de segurança”, informou a Polícia Rodoviária Federal, em nota.

Ao todo, 113.196 pessoas e 108.602 veículos foram fiscalizados pela PRF durante os quatro dias de operação. As fiscalizações resultaram em 35.338 autuações. Ultrapassagem irregular e excesso de velocidade foram, assim como nos últimos feriados, as condutas mais recorrentes, com 5.198 ultrapassagens indevidas e 59.673 imagens capturadas pelos radares fotográficos por excesso de velocidade. Também foram autuados 760 condutores por alcoolemia e 460 por falta do uso de cadeirinha para crianças.

Segundo a PRF, as práticas criminosas também foram alvo das ações durante o feriado. Durante os quatro dias, policiais rodoviários federais apreenderam mais de uma tonelada de maconha e 21 quilos de cocaína. Também houve a apreensão de 14 armas e 5.739 munições.

 
Da Agência Brasil

Moisés sobre maratona: “Não é ideal, mas melhor do que só treinar”

O Palmeiras encara uma verdadeira maratona não apenas de jogos, mas de decisões. Nesta segunda-feira, primeiro dia em que Roger Machado poderá treinar seus titulares visando a partida contra o Allianza Lima, amanhã, pela Copa Libertadores, Moisés concedeu entrevista coletiva na Academia de Futebol e falou sobre a sequência de partidas.

“Realmente é uma sequência pesada de jogos, desgaste muito grande. Mas prefiro estar vivendo isso do que estar só treinando. Outros clubes gostariam de estar nessa situação. Mas lembrando que não é o ideal, o certo seria ter um período um pouco maior para se preparar para jogos decisivos. Não é o caso, temos que entender, faz parte do nosso calendário. Pensando nisso, o Palmeiras montou um elenco qualificado. Nesses momentos temos que pôr isso à prova”, disse o camisa 10.

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Moisés concedeu entrevista na Academia de Futebol (Foto: Fernando Dantas/GazetaPress)

Em um período de 15 dias, a equipe encarou duas partidas de semifinais contra o Santos, a primeira finalíssima contra o Corinthians, e ainda fará partida fundamental da Copa Libertadores contra o Allianza Lima, e o Derby decisivo pelo título paulista. A sequência pode acarretar em mudanças na equipe para esta terça-feira.

“Acredito que talvez tenha algumas mudanças, ainda não tivemos esse treinamento. Mas, pelo desgaste, muitos jogos decisivos disputados… Quando se tem oportunidade, talvez tire um ou outro. Vai depender das avaliações da fisiologia para definir melhor o que será feito. O Palmeiras tem um grupo muito qualificado, e caso precise tirar um jogador ou outro, quem entrar estará apto a dar conta do recado”, completou.

Diante dos peruanos, o próprio Moisés é um dos atletas que deve receber uma oportunidade. Nenhum treino para o duelo teve presença da imprensa, mas a tendência é uma equipe formada por Jailson; Tchê Tchê, Edu Dracena (Thiago Martins), Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Moisés e Lucas Lima (Guerra); Dudu (Willian), Keno e Borja.

“Caso ocorra isso (de eu atuar como primeiro ou segundo volante), não terá diferença, são duas funções bem próximas. Tenho total tranquilidade para poder desempenhar todas as funções. Não dá para falar mais sobre isso, porque não sei nem se sou eu que vou jogar (risos). Temos outros jogadores brigando. Por enquanto, é só expectativa mesmo. Estou pronto e, caso aconteça, espero representar da melhor forma possível”, finalizou.

 
Bruno Calió
Da Gazeta Esportiva – São Paulo, SP

Em posse de ministros, Temer diz que problemas no país exigem trabalho e união

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Brasília – O presidente Michel Temer preside a cerimônia de posse dos novos ministros, da Saúde, Gilberto Occhi; dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira, e do presidente da Caixa Econômic

O presidente Michel Temer deu posse aos novos ministros da Saúde, Gilberto Occhi, e dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro SilveiraAntonio Cruz/Agência Brasil

O presidente Michel Temer deu posse hoje (2) aos novos ministros da Saúde, Gilberto Occhi, e dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira. Foi empossado também o presidente da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza.

Occhi (PP) deixou a presidência da Caixa Econômica Federal para assumir a pasta da Saúde, até então comandada por Ricardo Barros (PP). Nelson Antônio, agora presidente da Caixa, era vice-presidente de Habitação do banco.

Valter Casimiro, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), ficou no lugar de Maurício Quintella (PR).

Tanto Barros quanto Quintella deixaram os cargos para se candidatarem nas eleições de outubro. Ao longo desta semana, ministros que vão se candidatar deixarão o comando das pastas já que, de acordo com a legislação eleitoral, o prazo final para a chamada desincompatibilização do cargo é o dia 7 de abril.

Após empossar os ministros, Temer disse que os problemas do país exigem trabalho com união e diálogo e que, acima de tudo estão o país e as instituições. “Sabemos todos que o Brasil tem pressa e os problemas diante de nos exigem união e diálogo. Continuaremos a dedicar toda nossa energia com os novos ministros e presidente da Caixa para construir um país melhor para todos e que todos colaborem sem nenhuma tendência à separação. Acima de todos nós está o país, as instituições”, disse.

Temer disse ainda que preserva as instituições e a separação, independência e harmônia entre os poderes. “A mensagem que se deu a todos nós que somos servos da Constituição foi conduza-se pelos termos dessa Constituição. Não saia dela, pois sair dela é desviar-se dos propósitos democráticos”, disse.

Despedida e boas-vindas

Ao longo do discurso, Temer agradeceu o trabalho dos que hoje deixam o governo e deu boas-vindas aos novos comandantes dos ministérios e da Caixa.

Temer destacou as realizações da gestão de Ricardo de Barros no Ministério da Saúde, citando as melhorias na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), a contratação de médicos e a compra de ambulâncias.

Se dirigindo a Gilberto Occhi, Temer disse que ele conduziu processo importantes à frente da Caixa como a liberação de recursos das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos trabalhadores. Acrescentou que agora continuará a trabalhar a serviço do país no Ministério da Saúde. A Nelson de Souza, disse esperar que dê segmento ao trabalho de sucesso da Caixa.

Em relação a Maurício Quintella, disse que se mostrou um grande realizador em sua gestão e deu andamento a obras que estavam paralisadas. Para Valter Casimiro Silveira, disse que ele deverá levar adiante os esforços para a modernização da infraestrutura do país.

Ministros empossados

Após a cerimônia de posse, o novo ministro da saúde, Gilberto Occhi, afirmou que vai focar na gestão eficiente dos recursos da saúde pública. Já o dos Transportes, Valter Casimiro Silveira, disse que vai dar andamento à gestão anterior com foco na entrega de obras paralisadas e projetos estratégicos vinculados ao Programa Avançar.

O presidente da Caixa, Nelson Antônio, enfatizou o caráter público do banco e disse que buscará resultados financeiros, sociais e ambientais para atender as necessidades dos clientes mais desfavorecidos da sociedade.

Para os novos ministros, o governo tem muitas “vitórias” e méritos principalmente na área econômica. “São ganhos que ninguém quer perder, então isso é o que estamos defendendo. Eu defendo sempre a justiça, defendo sempre o que está previsto na Constituição, todos são inocentes até que se prove o contrário”, disse Gilberto Occhi.

 

Da Agência Brasil

Terremoto na Bolívia é sentido em vários estados do Brasil

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Servidores deixam prédio no Setor Comercial Sul em Brasília, após tremor de terra – Foto José Cruz/Agência Brasil José Cruz/Agência Brasil

Um terremoto de magnitude 6,8 na escala Richter, oriundo da Bolívia, foi sentido no Distrito Federal, em São Paulo, no Paraná, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, por volta das 11h de hoje (2). A intensidade do tremor foi dimensionada pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), que mantém um site com relatos do tremor.

Na Avenida Paulista, região central de São Paulo, diversos prédios chegaram a ser esvaziados. Imagens divulgadas pelas redes sociais mostram os trabalhadores ocupando as calçadas após descerem dos escritórios. No centro, o prédio do Ministério Público estadual também foi esvaziado. O tremor também foi sentido na região norte, segundo o Corpo de Bombeiros.

No estado de São Paulo, municípios do interior, como Marília, e do litoral, como Santos, também sentiram o tremor.

Em Brasília, prédios localizados em uma de suas principais avenidas, a W3, na altura da quadra 508 Norte, foram evacuados e seus ocupantes receberam orientações do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

“Recebemos vários chamados em todo o Plano Piloto, no Setor de Indústrias e no Guará. Não houve nenhum relato de vitimas e nenhuma estrutura foi comprometida. Houve a percepção das pessoas quanto ao tremor, mas não se constatou nenhum problema nas edificações vistoriadas”, informou o Capitão Ronaldo Reis, do Corpo de Bombeiros.

Segundo ele, equipes de vários quartéis de Brasília e cidades vizinhas foram mobilizadas para o atendimento da população, além de membros da Defesa Civil.

Em caso de tremor de terra, a orientação para quem sentir os efeitos do abalo é de aguardar o socorro dos bombeiros e da Defesa Civil distante do prédio ou edificação. Se o abalo for forte, sugere-se procurar uma equipe de engenheiros para avaliar as condições de sustentação do edifício.

*Matéria ampliada às 12h43 e às 13h29

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Brasília – Prédios do centro de Brasília são esvaziados após tremor de terra (José Cruz/Agência Brasil)

 

Da Agência Brasil