Número de atendimentos por doença respiratória cresce 30% em São Paulo

Os atendimentos nas unidades de saúde da cidade de São Paulo aumentaram cerca de 30% devido às doenças respiratórias que se desenvolvem no período entre o outono e o inverno, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. A capital paulista registra queda na temperatura e baixa umidade relativa do ar, situação agravada pela poluição atmosférica.

No Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, região central da cidade, a procura por atendimento em razão de doenças como bronquite, asma, gripe, resfriado e pneumonia se intensificou. De janeiro a fevereiro, foram atendidas cerca de 3,5 mil crianças por mês. Em março e abril, o número supera 5 mil a 6 mil atendimentos. O número de casos devem continuar subindo até o começo de agosto.

Segundo a médica Maisa Kairalla, presidente da Sociedade de Geriatria e Gerontologia de São Paulo, além das crianças, idosos estão entre os mais prejudicados pelo aumento do número de casos das doenças respiratórias. “Idoso morre, ou de queda, ou de pneumonia. E a pneumonia é a terceira causa de internação hospitalar no Brasil, sendo que 60% dos internados são idosos”, disse ela.

A médica aponta que, mesmo quando o idoso consegue recuperar a capacidade respiratória após o tratamento de uma pneumonia, ele quase sempre sai com a saúde geral pior do que quando deu entrada no hospital. “O melhor é prevenir. Existe vacinação gratuita no postos de saúde contra a influenza, que predispõe à pneumonia bacteriana”, esclarece Maísa. “O idoso acamado demora, depois, seis meses para se recuperar da internação”, disse.

Circulação de vírus
Nos dias frios, as doenças respiratórias crescem por causa do ciclo de vida dos vírus e bactérias. Outro fator que contribui para o aumento dessas patologias é que as pessoas permaneçam em ambientes confinados.

Por isso, a orientação é manter sempre os ambientes arejados e limpos. Nos dias secos, utilizar umidificadores de ar ou colocar bacias com água nos cômodos, além tomar bastante água. As principais formas de prevenção incluem lavar as mãos, não fumar e evitar aglomerações. A vacinação contra a gripe reduz a hospitalização e a internação por pneumonias.

Balanço de casos
A Secretaria da Saúde de São Paulo informa que contabiliza somente casos de gripe grave, caracterizados como Síndrome Respiratórias Aguda Grave, com notificação obrigatória. Em 2018, foram notificados 146 casos no Estado até o momento atribuídos ao vírus Influenza, que causou 25 óbitos.

O Centro de Vigilância Epidemiológica monitora a circulação do vírus desde 2011. A campanha de vacinação contra a gripe para grupos considerados vulneráveis, como gestantes, idosos e crianças menores de cinco anos, começou em 23 de abril e já imunizou mais de 2 milhões de pessoas. A vacina está disponível na rede pública.

 

 

Da Agência Brasil São Paulo

TCE aponta atraso na entrega de fardas e livros nas escolas de SP

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo identificou um problema que já é conhecido por muito pais de alunos da rede estadual e municipal de ensino: a distribuição de uniforme e material escolar na maioria das escolas fiscalizadas ainda não foi finalizada. A fiscalização do órgão, realizado no mês de abril, foi feita em 144 municípios do estado, representando 163 escolas estaduais e municipais.

O índice de distribuição do material escolar, quase acabando o primeiro semestre do ano letivo, não foi feito por 56% das escolas fiscalizadas, sendo que em 17% não havia nenhum livro didático e os materiais escolares não eram suficientes em 24% das escolas fiscalizadas. O trabalho de fiscalização apontou que, em 13% das unidades, os livros estavam armazenados em lugares inadequados, como no chão ou em estacionamento de veículos. Em 37% das escolas, não ocorre nenhum controle da distribuição dos livros.

A distribuição de uniforme escolar, segundo a fiscalização, atingiu números piores. Roupas não entregues ou distribuídas após o começa das aulas atingiu 95% das unidades pesquisadas. Apenas em 21% das escolas, os alunos estavam vestindo os uniformes, sendo que em 21% destas, não apresentaram controle de entrega do fardamento. O trabalho de fiscalização foi feito por 163 agentes do TCE em unidades escolares no interior, litoral e região metropolitana de São Paulo.

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Uniformes separados para entrega em Pauliceia. Foto: TCE

 

Da Agência Brasil São Paulo

Chape e Paraná empatam em confronto direto contra a zona da degola

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Partida foi bastante movimentada na Arena Condá (Divulgação/PRC)

Fechando a quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018, Chapecoense e Paraná Clube ficaram no empate em 1 a 1, na Arena Condá, em Chapecó. Com o resultado, os catarinenses, com três pontos, ocupam a 17ª colocação. Na lanterna, os paranistas somaram seu primeiro ponto após o retorno para a Série A. Se vencesse, a Chape empurraria o Santos para a zona da degola.

Depois de uma apresentação ruim no primeiro tempo, o a Chape abriu o placar aos 16 minutos da etapa final em cobrança de falta perfeita de Arthur Kaike. Carlos, fuzilando no meio da área, deixou tudo igual aos 22 minutos.

Na próxima rodada, a Chapecoense enfrenta o Flamengo, domingo. Novamente na Arena Condá. Já o Paraná Clube encara o Santos, no mesmo dia, na Vila Belmiro.

O jogo – A partida começou com muito estudo, mostrando um Tricolor com a marcação adiantada, segurando a Chape em seu próprio campo. Aos quatro minutos, contra-ataque paranista, com Silvinho, que disparou o chute pra boa defesa de Jandrei. Aos sete minutos, Carlos foi lançado, tocou para o meio da área e Jandrei saiu para interceptar. Na resposta, Bruno Pacheco tentou o cruzamento e quase surpreendeu David.

O Paraná estava um pouco melhor na partida e, aos 12 minutos, após cobrança de escanteio, Léo Itaperuna subiu para testar pela linha de fundo. Aos 22 minutos, Silvinho recebeu na entrada da área, dominou e tentou o chute colocado no ângulo, direto pela linha de fundo. O domínio paranista aumentava com o excesso de erros da Chape. Aos 24 minutos, levantamento para Jhonny Lucas e testou para uma defesa muito difícil de Jandrei.

Bastante acionado em campo, Silvinho tentou mais uma vez o arremate, aos 31 minutos, mas o chute passou à esquerda da meta. Aos poucos a equipe catarinense saía mais para o jogo, tentando se livrar da pressão. Aos 40 minutos, Wellington Paulista pegou de primeira, por cobertura, e mandou por cima da meta, com perigo.

Para a etapa final, os catarinenses retornaram com Leandro Pereira no lugar de Júnior Santos. A Chapecoense criou sua primeira chance logo no primeiro minuto, com Apodi batendo forte para uma linda defesa de Deivid. O time da casa estava mais tranquilo, tocando a bola e mantendo a posse. Aos oito minutos, Itaperuna não conseguiu o domínio e, no rebote, Caio Henrique chutou no cantinho, na rede, mas pelo lado de fora.

Wellington Paulista voltou a tentar o gol por cobertura, aos nove minutos, novamente sem sucesso. Mas, aos 16 minutos, Arthur Caike bateu falta com maestria, no ângulo, e abriu o placar na Arena. O Tricolor respondeu rápido e, aos 22 minutos, Carlos recebeu no meio da área e fuzilou para deixar tudo igual.

De muito longe, Guilherme arriscou o tiro, aos 30 minutos, e a bola saiu à esquerda da meta. Aos 33 minutos, cobrança de escanteio e, no meio da confusão, Douglas bateu desequilibrado por cima do gol. O Tricolor perdeu Mansur, expulso aos 35 minutos, ao pegar Wellington Paulista sem bola. Aos 40 minutos, Carlos partiu para a jogada individual, mas chutou torto, desperdiçando boa chance. Os dois times, que não venceram por todo o mês abril, seguem sem vitória em maio.

CHAPECOENSE 1 x 1 PARANÁ

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data : 07 de maio de 2018, segunda-feira
Horário: 20 horas (Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos : Wellington Paulista (Chapecoense); Cléber Reis, Silvinho (Paraná)
Cartão vermelho: Mansur (Paraná)

CHAPECOENSE: Arthur Caíke, aos 16 minutos do segundo tempo
PARANÁ: Carlos, aos 22 minutos do segundo tempo

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Elicarlos, Márcio Araújo (Canteros) e Júnior Santos (Leandro Pereira); Arthur Caíke (Guilherme)e Wellington Paulista.
Técnico: Gilson Kleina

PARANÁ: David, Alemão, Jesiel, Cleber Reis e Mansur; Jhonny Lucas, Torito (Leandro Vilela) e Caio Henrique (Zezinho); Léo Itaperuna, Silvinho (Vitor Feijão) e Carlos.
Técnico: Rogério Micale

 

Do correspondente Luiz Felipe Fagundes – Curitiba, PR
Gazeta Esportiva SP

Lava Jato investiga contrato de US$ 825 milhões da Petrobras

A pedido do Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR), foi deflagrada hoje (8) a 51ª fase da Operação Lava Jato. Chamada de Operação Deja Vu, essa fase de investigações apura crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em um contrato de US$ 825 milhões, envolvendo a área internacional da Petrobras, para a prestação de serviços de segurança, meio ambiente e saúde. Segundo o MPF, um dos três operadores financeiros investigados é ligado ao MDB.

A Polícia Federal informou que há cerca de 80 policiais cumprindo 23 ordens judiciais nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Entre as ordens, há quatro mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão.

A expectativa é que, por meio desses mandatos, se consiga obter provas da prática dos crimes de corrupção, associação criminosa, fraudes em contratações públicas, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e de lavagem de dinheiro, dentre outros delitos.

Há mandados de prisão contra três ex-funcionários da Petrobras e três operadores financeiros. “Um deles, um agente que se apresentava como intermediário de valores destinados a políticos vinculados ao então Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB”, informou, por meio de nota, o MPF, sem detalhar quem seria esse intermediário.

Ainda de acordo com o MPF, as investigações apontaram “pagamento de propina que se estendeu de 2010 até pelo menos o ano de 2012, e superou o montante de US$ 56,5 milhões, equivalentes, atualmente, a aproximadamente R$ 200 milhões”. Essas vantagens estavam relacionadas a um contrato, de mais de US$ 825 milhões, firmado em 2010 entre a Petrobras e a construtora Norberto Odebrecht.

Como funcionava o esquema
Segundo os investigadores, o contrato previa a prestação de serviços de “reabilitação, construção e montagem, diagnóstico e remediação ambiental, elaboração de estudo, diagnóstico e levantamentos nas áreas de segurança, meio ambiente e saúde (SMS) para a estatal, em nove países, além do Brasil”.

Há, de acordo com os procuradores, provas apontando que esse contrato foi direcionado à empreiteira no âmbito interno da estatal.

“Em decorrência desse favorecimento ilícito, no contexto de promessa e efetivo pagamento de vantagem indevida, os elementos probatórios indicam dois núcleos de recebimento: funcionários da estatal e agentes que se apresentavam como intermediários de políticos vinculados ao então PMDB”, diz a nota do MPF.

Os pagamentos foram feitos mediante o uso de “estratégias de ocultação e dissimulação, contando com a atuação do chamado Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, de operadores financeiros e doleiros, especialistas na lavagem de dinheiro”, afirma o MPF ao informar ter havido pagamento em espécie e uso de diversas contas bancárias mantidas no exterior que estavam em nome de empresas offshores com sede em paraísos fiscais.

Há também provas de repasses de cerca de US$ 25 milhões feitos a ex-funcionários da Petrobras, “transferidos a bancos estrangeiros de modo escalonado, em diferentes contas no exterior, objetivando dificultar o rastreamento de sua origem e natureza ilícitas”.

Há, ainda, suspeitas de que cerca de US$ 31 milhões tiveram como destino pessoas que se diziam intermediários de políticos vinculados ao então PMDB. Neste caso, o pagamento foi feito por meio de contas mantidas por operadores financeiros no exterior, “que se encarregavam de disponibilizar o valor equivalente em moeda nacional, em espécie e no Brasil, ao encarregado pelo recebimento e distribuição do dinheiro aos agentes políticos”.

Os presos serão conduzidos à Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Ações em três estados
Veja onde a Polícia Federal está cumprindo hoje os mandados da 51ª fase da Lava Jato (Operação Deja Vu):

Rio de Janeiro (RJ)

3 mandados de busca e apreensão
1 mandado de prisão preventiva
1 mandado de prisão temporária

Paraty (RJ)

2 mandados de busca e apreensão
1 mandado de prisão preventiva

Niterói (RJ)

2 mandados de busca e apreensão
1 mandado de prisão preventiva

Miguel Pereira (RJ)

1 mandado de busca e apreensão
1 mandado de prisão preventiva

Jacuecanga (RJ)

1 mandado de busca e apreensão

Petrópolis (RJ)

1 mandado de busca e apreensão

Duque de Caxias (RJ)

4 mandados de busca e apreensão

Areal (RJ)

1 mandado de busca e apreensão

Vitória (ES)

1 mandado de busca e apreensão

Guaratinguetá (SP)

1 mandado de busca e apreensão
1 mandado de prisão temporária

* Texto atualizado às 8h53 para acréscimo de informações

 

Da Agência Brasil Brasília

Vendas de veículos aumentam 38,5% em um ano, aponta Anfavea

A Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) anunciou que, no primeiro quadrimestre do ano, foram vendidos 762.880 veículos, 21,3% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado. O mês de abril representou alta de 4,8% em relação a março, com a venda de 217,3 mil unidades no mês. Na comparação com abril do ano passado, a alta foi de 38,5%.

Ao divulgar os dados nesta segunda-feira (7), o presidente da Anfavea, Antonio Megale, destacou o resultado como “o melhor abril desde 2015, e o melhor mês desde dezembro de 2015, o que significa que aos pouquinhos o número está voltando. A gente vê que no acumulado [janeiro a abril]nós estamos com 763 mil unidades [vendidas], mas ainda não chegamos na média dos últimos dez anos que é de 951 mil unidades. Ainda temos espaço para crescer, acho que gradualmente está vindo o resultado”.

Anfavea

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Anfavea diz que resultado foi o melhor abril desde 2015 (Arquivo/Agência Brasil)

As exportações de automóveis registraram alta de 8,4% em abril, com a venda de 73.152 veículos. Com relação ao quadrimestre, a alta foi de 7,5% na comparação com o mesmo período anterior, com a exportação de 253.359 unidades de janeiro a abril.

Os caminhões tiveram elevação de 3,9% nas vendas em abril. Foram emplacadas, no último mês, 6,2 mil unidades. No primeiro trimestre, a alta nas vendas foi de 57,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo o vice-presidente da entidade, Luiz Carlos Gomes de Moraes, o resultado fará manter a previsão de crescimento da área. “O mercado de caminhões está acompanhando a economia, o que tende a confirmar nossa previsão de crescimento total do ano em relação ao ano passado de mais de 25%”.

As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias registraram recuo de 7,2% no primeiro quadrimestre do ano, em comparação com a comercialização verificada de janeiro a abril de 2017. De acordo com o balanço, foram vendidas 11,7 mil unidades no período. Mas o setor teve alta de 17,6%, na comparação entre o último março e abril, com 4,1 mil unidades vendidas.

Para Megale, o começo do ano passado foi aquecido, o que representou números melhores do que este início de ano. “No ano passado tivemos uma supersafra, com um bom nível de rentabilidade. Houve muita venda de máquinas no primeiro trimestre para colheita e plantio, então o começo do ano passado foi muito aquecido e com isso a gente está com nível inferior ao do ano passado”. Para ele, apesar disso, a recuperação já está acontecendo. “Nós estamos recuperando isso, começamos com recuo de 39% em relação a janeiro a janeiro e no acumulado está menos 7%”, disse.

As exportações de máquinas agrícolas e rodoviárias tiveram alta de 26,3% no primeiro quadrimestre. Já o mês de abril representou queda no setor, com recuo de 6,1% na comparação com março.

Produção
A produção de veículos cresceu 20,7% nos primeiros quatro meses do ano em comparação com o período de janeiro a abril de 2017, embora o mês de abril tenha registrado recuo de 0,5%, com a produção de 266,1 mil veículos ante os 267,5 mil produzidos em março.

Segundo o balanço divulgado pela Anfavea, foram fabricadas 965,87 mil unidades no primeiro quadrimestre de 2018, enquanto a produção no mesmo período do ano passado ficou em 800,19 mil veículos.

A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias registrou recuo de 5,1% em abril se comparado ao mês anterior, mas teve aumento de 1,3% no primeiro quadrimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2017.

O nível de emprego na indústria teve alta de 4,1% em abril na comparação com o mesmo mês de 2017. No ano passado, as fabricantes de veículos empregavam 126,5 mil pessoas, enquanto agora tem um quadro total de 131,7 mil funcionários.

Previsão
Segundo a entidade, por enquanto as previsões de crescimento serão mantidas. Para a produção de autoveículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus), a Anfavea estima um aumento de 13,2%. Para o licenciamento espera-se um crescimento de 11,7% e quanto às exportações espera-se que o setor amplie em 5% as vendas para o exterior.

“Mas estamos crescendo mais que isso, crescendo a 20%, mas por enquanto estamos mantendo a previsão em torno de 11,7% e 12%. Quanto à produção, vai crescer mais de 20% e nós vamos ultrapassar 3 milhões de unidades. Acho que é um marco importante e que a gente deve ocupar mais a capacidade de nossas fábricas, e se o mercado de exportação continuar forte, se os números internos de vendas também continuarem no nível atual, talvez a gente tenha até uma surpresa positiva no final do ano”, disse Megale.

Já a previsão de vendas das máquinas agrícolas e rodoviárias é de 3,7%. Quanto à produção, espera-se um crescimento de 11,8%. Em termos de valores, o setor deve movimentar US$ 16,7 bilhões este ano.

 

 

Da Agência Brasil São Paulo