Loss indica seus titulares em treino rápido antes da viagem ao Chile

cori-01138774-1024x681Loss ajustou o posicionamento ofensivo do Corinthians antes de ir a Santiago (foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O primeiro treinamento do Corinthians focado na partida contra o Colo-Colo, pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América, terminou rápido – até porque a equipe viajará ainda nesta segunda-feira para Santiago, onde enfrentará os chilenos na quarta-feira. Ainda assim, foi possível ter uma ideia do que o técnico Osmar Loss pretende levar a campo.

Debaixo de chuva, o treinador separou a maioria dos seus titulares para uma atividade tática em um campo do CT Joaquim Grava afastado da imprensa. Sem o goleiro Cássio e os zagueiros Pedro Henrique e Henrique, Loss ajustou os posicionamentos de Fagner, Danilo Avelar, Gabriel, Douglas, Pedrinho, Jadson, Romero e Clayson e exercitou até cobranças de lateral.

Henrique e Pedro Henrique participaram de boa parte da movimentação dos reservas, que fizeram um enfrentamento em campo reduzido. Quem esteve no empate por 0 a 0 com o Atlético-PR, no sábado, na Arena Corinthians, recolheu-se mais cedo às dependências internas do CT.

O Corinthians ainda fará mais um treinamento antes de iniciar o duelo com o Colo-Colo. Na terça-feira, o time brasileiro irá se preparar no CT da seleção chilena, já em Santiago, antes de fazer reconhecimento de campo no Estádio Monumental.

Se não houver surpresas, o Corinthians jogará contra o Colo-Colo com a seguinte equipe: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel, Douglas, Pedrinho, Jadson, Romero e Clayson.
Helder Júnior
Da Gazeta Esportiva – São Paulo, SP

Ministro da Educação garante manutenção de bolsas da Capes em 2019

O ministro da Educação, Rossieli Soares, reafirmou hoje (6) que as bolsas de estudos de pós-graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) serão mantidas em 2019.

Rossieli disse que está discutindo com o Ministério do Planejamento a garantia dos recursos necessários não apenas para a autarquia, mas para “todas as áreas da educação”.

min-mcabrasil_280618518dfO ministro Rossieli Soares diz que “brigará” sempre por mais recursos na eduação – José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

“Vou sempre brigar por mais recursos na educação”, disse o ministro, ao participar de debate no 2º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, organizado pela Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca). “As bolsas da Capes, até como dito pelo próprio presidente [Michel Temer], estão mantidas. Não haverá nenhuma descontinuidade nesse sentido, e garantimos que teremos todas as bolsas continuadas.”

O orçamento do Ministério da Educação (MEC) para 2019 entrou em foco quando o presidente do Conselho Superior da Capes, Abílio Baeta Neves, enviou carta ao ministro Rossieli Soares na qual dizia que tinha sido repassado à instituição um teto limitando o orçamento para 2019, que resultaria em um corte significativo, na comparação com os recursos deste ano, e na fixação de patamar inferior ao estabelecido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). “Caso seja mantido esse teto, os impactos serão graves para os programas de fomento da agência.”

Na carta, a Capes afirma que o teto fixado poderia ter como consequência a suspensão das bolsas de 93 mil pesquisadores e de alunos de pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado) a partir de agosto do próximo ano. O Conselho da Capes também previu o corte do pagamento para mais 105 mil bolsistas que trabalham e pesquisam com educação básica. A carta circulou nas redes sociais e serviços de mensagens instantâneas e provocou mobilização nas comunidades científica, tecnológica e acadêmica.

“O que o Conselho da Capes apresentou foi um alerta de que, se acontecer, poderá trazer prejuízos. Não está estabelecido e não será estabelecido. O MEC garante que, para as bolsas da Capes, teremos todo o orçamento necessário para a continuidade”, afirmou o ministro.

Orçamento

O Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2019 ainda não foi divulgado oficialmente pelo governo federal. No Orçamento deste ano, o valor destinado ao MEC é R$ 23,6 bilhões. Para o próximo ano, a previsão é que a pasta fique com R$ 20,8 bilhões no Orçamento da União – um corte de 12%, que foi repassado proporcionalmente à Capes. A redução orçamentária é resultado da decisão de limitar a despesa pública instituída pela Lei do Teto de Gastos.

“O Brasil precisa ter controle de gastos, igual [ao] que tem em casa. Lógico que não pode gastar mais do que ganha”, afirmou Soares, que acrescentou: “Uma coisa é clara, não é necessariamente corte da educação. O Orçamento da Educação tem que ser igual ou maior [que o dos anos anteriores].”

O 2º Congresso Internacional de Jornalismo de Educação, cujo principal foco é a eleição deste ano, ocorre hoje e amanhã (6 e 7), em São Paulo, e pode ser acompanhado ao vivo pela internet:

*A repórter viajou a convite da Associação de Jornalistas de Educação (Jeduca)

 

Da Agência Brasil* São Paulo

Temer considera inegociável fechar fronteira para venezuelanos

Informação consta de nota divulgada pelo ministro dos Direitos Humanos

teme-20180806194350945431a(foto: Evaristo Sa / AFP)

O fechamento da fronteira para venezuelanos é “inegociável” para o presidente Michel Temer. A informação foi dada hoje (6) pelo ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha. A pasta divulgou nota reagindo à decisão do juiz da 1ª Vara Federal de Roraima, que suspendeu a entrada de pessoas do país através da fronteira com o estado. A ordem judicial foi dada ontem (5).

No comunicado, o ministério defendeu “a importância da garantia dos direitos humanos e o acesso aos serviços básicos para os estrangeiros”. O ministro Gustavo Rocha afirmou que está em contato com diversos órgãos – como Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União e Advocacia-Geral da União – para repassar informações sobre a situação da entrada de venezuelanos no país pela fronteira em Roraima.

A decisão do juiz federal Helder Barreto prevê o fechamento das fronteiras com a Venezuela para a entrada de cidadãos daquele país. Ele se pronunciou após o MDH, a AGU e o MPF terem informado que iriam questionar na Justiça o Decreto Estadual 25.681, que estabeleceu regras mais rígidas no controle de entrada de venezuelanos e no acesso a serviços públicos por estes imigrantes.

A AGU afirmou que vai recorrer da decisão do juiz federal.
Da Agência Brasil Brasília