MP denuncia três pessoas por assassinato de policial em Paraisópoli

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O Ministério Público de São Paulo (MP) ofereceu hoje (8) denúncia contra três acusados de participar do assassinato da policial militar Juliane Duarte em agosto. Ela estava na comunidade de Paraisópolis, zona sul paulistana, em um bar com amigos quando foi sequestrada, torturada e morta.

Segundo os relatos das testemunhas que compõem o processo, Juliane estava em um bar se divertindo com amigos quando foi reconhecida como policial. Na denúncia, há três versões sobre esse reconhecimento. Em todas elas, a suspeita com relação à profissão de Juliane surgiu após frequentadores do estabelecimento perceberem que ela estava armada. A situação envolve ainda o furto do celular de um dos amigos de Juliane, que teria causado uma confusão e atraído atenção de membros do crime organizado.

A primeira versão diz que o cabo da pistola foi notado enquanto ela dançava. Em outra, ela teria mostrado ostensivamente a arma para exigir a devolução do telefone furtado. Há ainda testemunhas que dizem que um grupo ligado ao PCC foi ao bar e revistou os presentes em busca do aparelho roubado, durante esse processo teriam revelado a arma da policial.

Sequestro e tortura
Cerca de 40 minutos após a confusão envolvendo o celular, quatro pessoas foram ao bar em busca da Juliane. Entre eles estavam, segundo o MP, Felipe da Silva, conhecido como Tirulipa, e Elaine Figueiredo, apelidada de Neguinha. Junto com duas outras pessoas não identificadas, eles avançaram sobre a policial e a balearam na virilha com a própria arma. Depois do ataque, eles encontraram a identificação funcional de Juliane.

O grupo arrasta a moça para um veículo, mas, antes mandam o dono do bar lavar o local e fechar o estabelecimento. O sequestro aconteceu na noite de 1º de agosto. No dia seguinte, a moto de Juliane foi encontrada no bairro de Pinheiros, na zona oeste paulistana. O corpo da moça foi encontrado na noite do dia 6 no porta-malas de um carro no bairro Campo Grande, zona sul da cidade.

Ordens do tráfico
O laudo necroscópico indicou, de acordo com o MP, que Juliane foi espancada antes de ser executada com um tiro à queima-roupa na cabeça. Ela teria ficado cerca de três dias em poder dos criminosos. As investigações ainda não conseguiram identificar os autores da tortura e da execução. No entanto, a apuração descobriu que os atos foram praticados sob as ordens Everaldo Felix, o Sem Fronteira, apontado como gerente do tráfico de drogas em Paraisópolis.

A partir da quebra de sigilo de três telefones celulares encontrados com o acusado foram achadas mensagens em que ele ordena a morte da policial. A maior parte das mensagens foram trocadas com pessoas ainda não identificadas. Entretanto, há registros de conversas entre Sem Fronteira e Elaine Figueiredo.

Pela participação no crime, Everaldo, Elaine e Felipe são acusados de homicídio qualificado, associação criminosa e tortura. Todos estão presos preventivamente.

 

Da Agência Brasil São Paulo

Saiba como eram e como ficaram as bancadas na Câmara dos Deputados, partido a partido

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Donos das maiores bancadas, o PT encolheu de 69 para 56, e o PSL passou de 1 para 52 deputados. MDB e PSDB foram os maiores derrotados. A nova Câmara terá o maior número de partidos representados desde a redemocratização.

A Câmara dos Deputados será composta por 513 deputados federais de 30 partidos diferentes. PT e PSL elegeram o maior número de representantes. A bancada do PT terá 56 deputados e a do PSL, 52. São os dois partidos com mais deputados federais eleitos. Em seguida com mais cadeiras na Casa aparecem PP (37), MDB (34) e PSD (34).

Maiores bancadas serão do PT (56 deputados) e PSL (52)
30 partidos terão representantes, um recorde
PMDB foi o que mais perdeu cadeiras: caiu de 66 eleitos em 2014 para 34 eleitos em 2018
PSL foi o mais ganhou cadeiras: foram 52 deputados eleitos agora, contra 1 em 2014
Menos da metade dos deputados conseguiu se reeleger, ou seja 240 dos 513
PSDB, que foi a 3ª maior bancada eleita em 2014, caiu para 9º
Na comparação do resultado de 2018 com o de 2014, o MDB foi o que sofreu o maior revés. O número de deputados da sigla reduziu quase pela metade: pulou de 66 para 34 deputados. Considerando os números de 2014, apenas o PRTB deixou de eleger um deputado federal.

A partir de 2019, a composição da Câmara contará com representantes de 30 partidos, um recorde desde a redemocratização. Atualmente, 25 partidos estão representados na Casa. Nas eleições de 2014, eram 28 partidos. Em 2010, 22 siglas. Em 2006, 21. Em 2002, 19. Em 1998, 18.

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Distribuição de cadeiras na Câmara dos Deputados: composição de acordo com os resultados das eleições e a formação atual — Foto: Juliane Souza / G1

Esta é a primeira eleição com a cláusula de barreira, e os partidos que não cumprirem os requisitos devem ficar sem acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Portanto, mesmo que o partido tenha eleito um deputado, a sigla pode não sofrer essas restrições.

O PSL foi a legenda que mais ganhou cadeiras na comparação do resultado de 2014 com o de 2018. Quatro anos atrás, o PSL tinha eleito apenas um deputado federal. Nestas eleições, a sigla que abriga o candidato a presidente Jair Bolsonaro conquistou uma bancada com 52 deputados.

Depois do PSL, os partidos PDT, PRB e DEM foram os que mais aumentaram o número de cadeiras na comparação com 2014. PDT e PRB ficaram com mais 9 deputados cada um. No total, PRB tem uma bancada com 30 representantes. O PDT, com 28. DEM conquistou mais 8 cadeiras e, portanto, passa para 29 deputados.

PMB, Rede Sustentabilidade e Novo não participaram das eleições de 2014. Desses partidos, o PMB foi o único a não eleger nem sequer um deputado. Rede conquistou uma deputada eleita por Roraima. O Novo conseguiu eleger 8 deputados, eleitos por São Paulo (3), Minas Gerais (2), Rio de Janeiro (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1).

Os seguintes partidos, que hoje não têm representantes na Câmara, continuarão sem nenhum nome a partir de 2019: PRTB, PCO, PCB, PMB e PSTU. Atualmente, outros 74 partidos estão em processo de formação no Brasil – ou seja, em busca de apoiamento de eleitores para, depois, entrar com o pedido de registro no TSE.

Número de deputados federais eleitos

Partido Eleição 2018 Eleição 2014 Saldo
MDB* 34 66 -32
PSDB 29 54 -25
PTB 10 25 -15
PT 56 69 -13
PSC 8 13 -5
PV 4 8 -4
PROS 8 11 -3
PSD 34 36 -2
PSB 32 34 -2
SD 13 15 -2
PPS 8 10 -2
PP 37 38 -1
PR 33 34 -1
PCdoB 9 10 -1
DC* 1 2 -1
PRTB 0 1 -1
PMN 3 3 0
PTC 2 2 0
PHS 6 5 1
PRP 4 3 1
PPL 1 0 1
PATRI* 5 2 3
PSOL 10 5 5
Avante* 7 1 6
PODE* 11 4 7
DEM 29 21 8
PRB 30 21 9
PDT 28 19 9
PSL 52 1 51
Novo 8 (não concorreu) -
Rede 1 (não concorreu) -
Fonte: TSE

*PMDB virou MDB em maio de 2018. PEN virou PATRI em abril de 2018. PTdoB virou Avante em setembro de 2017. PTN virou PODE em maio de 2017. PSDC virou DC em maio de 2018.

Veja abaixo, por estado, qual foi o deputado federal mais bem votado:

UF Deputado Número de votos % de votos válidos
AC Mara Rocha (PSDB) 40.047 9,42%
AL JHC (PSB) 178.645 12,25%
AM José Ricardo (PT) 197.270 11,19%
AP Camilo Capiberibe (PSB) 24.987 6,85%
BA Pastor Sargento Isidório (Avante) 323.264 4,71%
CE Capitão Wagner (PROS) 303.593 6,61%
DF Flávia Arruda (PR) 121.340 8,43%
ES Amaro Neto (PRB) 181.813 9,41%
GO Delegado Waldir (PSL) 274.406 9,05%
MA Josimar Maranhãozinho (PR) 195.768 5,99%
MG Marcelo Alvaro Antonio (PSL) 230.008 2,28%
MS Rose Modesto (PSDB) 120.901 9,75%
MT Nelson Barbudo (PSL) 126.249 8,52%
PA Edmilson Rodrigues (PSOL) 184.042 4,65%
PB Gervásio Maia (PSB) 146.860 7,38%
PE João Campos (PSB) 460.387 10,63%
PI Rejane Dias (PT) 138.800 7,76%
PR Sargento Fahur (PSD) 314.963 5,49%
RJ Helio Negão (PSL) 345.234 4,47%
RN Benes Leocardio (PTC) 125.841 7,82%
RO Léo Moraes (PODE) 69.565 8,88%
RR Haroldo Cathedral (PSD) 14.751 5,45%
RS Marcel van Hattem (Novo) 349.855 5,99%
SC Hélio Costa (PRB) 179.307 5,05%
SE Fábio Mitidieri (PSD) 102.899 10,30%
SP Eduardo Bolsonaro (PSL) 1.843.735 8,74%
TO Tiago Dimas (SD) 71.842 10,03%
Fonte: TSE

 

Veja a lista de deputados federais eleitos, por estado:

Acre - 8 deputados eleitos

Alagoas - 9 deputados eleitos

Amapá - 8 deputados eleitos

Amazonas - 8 deputados eleitos

Bahia - 39 deputados eleitos

Ceará - 22 deputados eleitos

Distrito Federal - 8 deputados eleitos

Espírito Santo - 10 deputados eleitos

Goiás - 17 deputados eleitos

Maranhão - 18 deputados eleitos

Mato Grosso - 8 deputados eleitos

Mato Grosso do Sul - 8 deputados eleitos

Minas Gerais - 53 deputados eleitos

Pará - 17 deputados eleitos

Paraiba - 12 deputados eleitos

Paraná - 30 deputados eleitos

Pernambuco - 25 deputados eleitos

Piauí - 10 deputados eleitos

Rio de Janeiro - 46 deputados eleitos

Rio Grande do Norte - 8 deputados eleitos

Rio Grande do Sul - 31 deputados eleitos

Rondônia - 8 deputados eleitos

Roraima - 8 deputados eleitos

Santa Catarina - 16 deputados eleitos

São Paulo - 70 deputados eleitos

Sergipe - 8 deputados eleitos

Tocantins - 8 deputados eleitos

Cláusula de barreira

A cláusula de barreira passa a valer, de forma progressiva, a partir destas eleições e restringirá o número de partidos com acesso ao Fundo Partidário (estimado em R$ 888 milhões para 2018) e ao tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV. Assim, o Congresso tende a ser menos fragmentado, o que facilitará a governabilidade.

O Palácio do Planalto tem mais dificuldades em aprovar proposições quando o Congresso está fragmentado – ou seja, com alta dispersão partidária. Uma proposta de emenda à Constituição, por exemplo, precisa ser aprovada no plenário da Câmara e do Senado, em dois turnos, por ⅗ dos deputados (308 votos) e dos senadores (49 votos).

Como transição até 2030, a cláusula de barreira crescerá gradualmente. Nas eleições posteriores a 2030, o desempenho mínimo exigido seria o mesmo do pleito de 2030. Saiba abaixo os critérios:

Eleições de 2018 – Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara dos Deputados, pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 9 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação.

Eleições de 2022 – Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara dos Deputados, pelo menos 2% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 11 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação.

Eleições de 2026 – Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara dos Deputados, pelo menos 2,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 1,5% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 13 deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação.

Eleições de 2030 – Os partidos terão de obter, nas eleições para a Câmara dos Deputados, pelo menos 3% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação, com ao menos 2% dos votos válidos em cada uma delas; ou ter eleito pelo menos 15 deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da federação.

O texto diz ainda que o deputado eleito por um partido que não preencher os requisitos tem o mandato assegurado e pode se filiar, sem a perda de mandato, a outro partido que tenha atingido o patamar mínimo. Essa filiação não é, porém, considerada para fins de distribuição do Fundo Partidário e de acesso gratuito ao tempo de rádio e de televisão.

Fragmentação partidária

No livro “Representantes de quem?”, o cientista político Jairo Nicolau afirma que, entre as quatro eleições que tiveram a mais alta fragmentação no mundo, três ocorreram no Brasil (2014, 2010 e 2006) e a outra na Polônia, em 1991, na primeira eleição após o fim do regime comunista. A análise usou dados compilados pelo cientista político Michael Gallagher.

A publicação diz ainda que o Brasil é o país com o maior número de partidos representados na Câmara. E que mesmo países que têm muitos partidos no Legislativo, como Itália, Israel e Bélgica, não chegam perto da fragmentação partidária do Brasil.

“Nos pleitos para a Camara di Diputadi da Itália, em 2013, quinze partidos elegeram representantes. Em Israel, nas eleições de 2015, apenas dez legendas fizeram deputados para o Knesset, o tradicionalmente fragmentado Legislativo do país. Na Bélgica, treze partidos elegeram deputados em 2013”, escreve o cientista político.

Jairo Nicolau também lembra que, em dezembro de 2006, um julgamento do STF declarou inconstitucional o artigo da Lei dos Partidos que criava a cláusula de desempenho a partir das eleições daquele ano. Na época, os ministros argumentaram que a cláusula feria o “direito de representação de minorias, o princípio da proporcionalidade e da igualdade de voto do eleitor”.

Coligações proporcionais

A Emenda Constitucional promulgada também acaba com as coligações partidárias em eleições proporcionais a partir de 2020. Para as eleições deste ano, continuam valendo as regras atuais, em que os partidos podem se juntar em alianças para disputar a eleição e somar os tempos de rádio e televisão e podem ser desfeitas passado o pleito.

As coligações também são levadas em conta na hora da divisão das cadeiras. Hoje, deputados federais e estaduais e vereadores são eleitos no modelo proporcional com lista aberta.

É feito um cálculo, chamado de quociente eleitoral, para a distribuição das vagas com base nos votos no candidato e no partido ou coligação. São eleitos os mais votados nas legendas ou nas coligações.

Quociente eleitoral

O cálculo do quociente eleitoral define o número de cadeiras conquistadas por cada partido ou coligação nas eleições proporcionais. Primeiro, divide-se o número de votos válidos (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras em disputa. Se forem 100 mil votos e dez cadeiras em disputa, por exemplo, o quociente eleitoral é 10 mil.

Em seguida, é feito o cálculo do quociente partidário, dividindo o número de votos que o partido obteve pelo quociente eleitoral.

O número inteiro da divisão, desprezando os algarismos após a vírgula, é o total de cadeiras que o partido ganha nesta primeira fase. Por exemplo, se um partido recebeu 27 mil votos, e o quociente for 10 mil, o resultado da conta dá 2,7. O partido teria direito a duas vagas.

Veja abaixo, por estado, os números de cadeiras na Câmara dos Deputados, eleitores aptos e a relação de eleitores por cada deputado:

Número de cadeiras na Câmara por estado

UF Nº de deputados Eleitores aptos Eleitores por deputado
AC 8 547.680 68.460
AL 9 2.187.967 243.107
AM 8 2.428.098 303.512
AP 8 512.110 64.014
BA 39 10.393.170 266.492
CE 22 6.344.483 288.386
DF 8 2.084.356 260.545
ES 10 2.754.728 275.473
GO 17 4.454.497 262.029
MA 18 4.537.237 252.069
MG 53 15.700.966 296.245
MS 8 1.877.982 234.748
MT 8 2.330.281 291.285
PA 17 5.499.283 323.487
PB 12 2.867.649 238.971
PE 25 6.570.072 262.803
PI 10 2.370.894 237.089
PR 30 7.971.087 265.703
RJ 46 12.408.340 269.747
RN 8 2.373.619 296.702
RO 8 1.175.733 146.967
RR 8 333.464 41.683
RS 31 8.354.732 269.507
SC 16 5.070.212 316.888
SE 8 1.577.058 197.132
SP 70 33.040.411 472.006
TO 8 1.039.439 129.930
Fonte: TSE e Câmara dos Deputados

Funciona Assim: Eleições 2018 – O que faz o deputado federal?

O que faz um deputado federal
propõe e altera leis;
analisa e aprova ou rejeita medidas provisórias;
discute problemas e soluções para o país em reuniões e audiências públicas;
fiscaliza a administração do governo federal;
julga contas do governo federal;
fixa o próprio salário, o do presidente e o do vice-presidente;
investiga denúncias em CPIs;
pode derrubar vetos do presidente;
cobra prestação de contas do presidente e dos ministros;
propõe emendas orçamentárias (individuais e de bancada) para destinar verbas federais;
analisa e vota o Plano Plurianual (PPA), o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA);
aceita ou rejeita a abertura de processo de impeachment contra o presidente da República.
Colaboraram Leandro Oliveira e Lucas Gelape

 

Por Gabriela Caesar, G1

Veja os candidatos a deputado estadual eleitos em SP

Votação das eleições em São Paulo definiu os 94 deputados estaduais que vão compor a 19ª Legislatura da Assembleia Legislativa.

fachada-alesp-vera-massaro-alespFachada da Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da capital — Foto: Vera Massaro/Alesp

Veja a lista dos candidatos eleitos:
1.Janaina Paschoal (PSL) – 2.060.786 Votos
2.Arthur Mamãe Falei (DEM) – 478.280 Votos
3.Carlos Giannazi (PSOL) – 218.705 Votos
4.Coronel Telhada (PP) – 214.445 Votos
5.Gil Diniz (PSL) – 214.037 Votos
6.Daniel José (Novo) – 183.480 Votos
7.Jorge Wilson Xerife Consumidor (PRB) – 177.414 Votos
8.Caio França (PSB) – 162.166 Votos
9.Delegado Olim (PP) – 161.569 Votos
10.Mônica da Bancada Ativista (PSOL) – 149.844 Votos
11.Edmir Chedid (DEM) – 131.531 Votos
12.Major Mecca (PSL) – 129.411 Votos
13.Heni Ozi Cukier (NOVO) – 130.214 Votos
14.André do Prado (PR) – 123.313 Votos
15.Alex de Madureira (PSD) – 118.294 Votos
16.Professor Kenny (PP) – 117.567 Votos
17.Marta Costa (PSD) – 117.156 Votos
18.Conte Lopes (PP) – 116.806 Votos
19.Campos Machado (PTB) – 115.580 Votos
20.Carlos Cezar (PSB) – 115.566 Votos
21.Cauê Macris (PSDB) – 114.690 Votos
22.Reinaldo Alguz (PV) – 114.352 Votos
23.Analice Fernandes (PSDB) – 110.089 Votos
24.Bruno Ganem (PODE) – 106.203 Votos
25.Milton Leite Filho (DEM) – 105.492 Votos
26.Delegado Bruno Lima (PSL) – 103.823 Votos
27.Fernando Cury (PPS)- 99.815 Votos
28.Daniel Soares (DEM)- 97.330 Votos
29.Barba (PT) – 91.394 Votos
30.Carla Morando (PSDB) – 89.636 Votos
31.Rogério Nogueira (DEM)- 89.040 Votos
32.Barros Munhoz (PSB) – 87.494 Votos
33.Professora Bebel (PT) – 87.169 Votos
34.Rodrigo Gambale (PSL) – 86.981 Votos
35.Enio Tatto (PT)- 86.744 Votos
36.Altair Moraes (PRB) – 86.230 Votos
37.Luiz Fernando (PT) – 85.271 Votos
38.Cezar (PSDB) – 84.657 Votos
39.Edna Macedo (PRB) – 84.144 Votos
40.Caruso (MDB) – 83.758 Votos
41.Gilmaci Santos (PRB)- 82.678 Votos
42.Itamar Borges (MDB) – 82.185 Votos
43.Marcos Damasio (PR) – 81.695 Votos
44.Rafa Zimbaldi (PSB) – 80.789 Votos
45.Paulo Fiorilo (PT) – 80.430 Votos
46.Wellington Moura (PRB)- 80.271 Votos
47.Dalben (PR) – 79.564 Votos
48.Jose Americo (PT) – 78.326 Votos
49.Ricardo Madalena (PR) – 77.554 Votos
49.Léo Oliveira (MDB) – 76.703 Votos
50.Rodrigo Moraes (DEM) – 75.845 Votos
51.Sebastião Santos (PRB) – 75.280 Votos
52.Douglas Garcia (PSL) – 74.351
53.Maurici (PT) – 74.254 Votos
54.Carlão Pignatari (PSDB) – 74.006 Votos
55.Thiago Auricchio (PR) – 73.435 Votos
56.Rafael Silva (PSB) – 71.992 Votos
57.Maria Lúcia Amary (PSDB) – 70.743 Votos
58.Roque Barbiere – Roquinho (PTB) – 70.076 Votos
59.Roberto Engler (PSB) – 69.969 Votos
60.Marcos Zerbini (PSDB) – 69.296 Votos
61.Emidio de Souza (PT) – 65.898 Votos
62.Mauro Bragato (PSDB) – 65.475 Votos
63.Vinicius Camarinha (PSB) – 65.441 Votos
64.Leci Brandão (PCdoB) – 64.487 Votos
65.Marcia Lia (PT) – 63.751 Votos
66.Roberto Morais (PPS) – 63.447 Votos
67.Delegada Graciela (PR) – 63.089 Votos
68.Dr. Jorge do Carmo (PT) – 61.751 Votos
69.Ed Thomas (PSB) – 61.371 Votos
70.Leticia Aguiar (PSL) – 60.909 Votos
71.Estevam Galvão (DEM) – 59.548 Votos
72.Ataide Teruel (PODE) – 58.136
73.Érica Malunguinho da Silva (PSOL) – 55.223
74.Valeria Bolsonaro (PSL) – 54.519 Votos
75.Isa Penna (PSOL) – 53.838 Votos
76.Alexandre Pereira (SOLIDARIEDADE) – 49.741 Votos
78.Paulo Correa Jr (PATRI) – 46.438 Votos
79.Dra.damaris Moura (PHS) – 45.103 Votos
80.Tenente Nascimento (PSL) – 45.050 Votos
81.Marcio da Farmacia (PODE) – 44.969 Votos
82.Aprígio (PODE) – 43.320 Votos
83.Adriana Borgo (PROS) – 41.953 Votos
84.Marina Helou (REDE) – 39.839 Votos
85.Agente Federal Danilo Balas (PSL) – 38.661 Votos
86.Marcio Nakashima (PDT) – 38.081 Votos
87.Castelo Branco (PSL) – 38.026 Votos
88.Sargento Neri (AVANTE) – 34.238 Votos
89.Sergio Victor (NOVO) – 29.909 Votos
90.Ricardo Mellao (NOVO) – 27.150 Votos
91.Adalberto Freitas (PSL) – 26.153 Votos
92.Frederico D’avila (PSL) – 24.470 Votos
93.Tenente Coimbra (PSL) – 24.109 Votos
94.Coronel Nishikawa (PSL) – 23.094 Votos

Fonte: TSE

O PSL passa a ser o partido com o maior número de deputados estaduais: 15. Em seguida está o PT, com 10. PR e PSDB têm 8 cada um. O DEM teve 7 eleitos. PRB e PR têm 6 cada um. PSOL, PP, Novo e PODE têm 4 cada um. O MDB elegeu 3 deputados. PSD, PTB e PPS têm 2. PCdoB, SD, PATRI, PHS, PROS, Rede, PDT e Avante têm um deputado eleito cada.

Por G1 — São Paulo

Senadores eleitos em 2018; confira a lista

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Da Redação

Confira a seguir a lista dos senadores eleitos nestas eleições de 2018.

Acre (AC)

Sérgio Petecão (PSD)

Márcio Bittar (MDB)

Alagoas (AL)
Rodrigo Cunha (PSDB)

Renan Calheiros (MDB)

Amapá (AP)
Randolfe (Rede)

Lucas Barreto (PTB)

Amazonas (AM)
Eduardo Braga (MDB)

Plínio Valério (PSDB)

Bahia (BA)
Jaques Wagner (PT)

Ângelo Coronel (PSD)

Ceará (CE)
Cid Ferreira Gomes (PDT)

Eduardo Girão (PROS)

Distrito Federal (DF)
Leila do Vôlei (PSB)

Izalci (PSDB)

Espírito Santo (ES)
Fabiano Contarato (Rede)

Marcos Do Val (PPS)

Goiás (GO)
Vanderlan (PP)

Jorge Kajuru (PRP)

Maranhão (MA)
Weverton Rocha (PDT)

Eliziane Gama (PPS)

Mato Grosso (MT)
Selma Arruda (PSL)

Jayme Campos (DEM)

Mato Grosso do Sul (MS)
Nelsinho Trad (PTB)

Soraya Thronicke (PSL)

Minas Gerais (MG)
Rodrigo Pacheco (DEM)

Carlos Viana (PHS)

Pará (PA)
Jader Barbalho (MDB)

Zequinha Marinho (PSC)

Paraíba (PB)
Veneziano Vital do Rêgo (PSB)

Daniella Ribeiro (PP)

Paraná (PR)
Professor Oriovisto Guimarães (Podemos)

Flavio Arns (Rede)

Pernambuco (PE)
Humberto Costa (PT)

Jarbas Vasconcelos (MDB)

Piauí (PI)
Ciro Nogueira (PP)

Marcelo Castro (MDB)

Rio de Janeiro (RJ)
Flávio Bolsonaro (PSL)

Arolde de Oliveira (PSD)

Rio Grande do Norte (RN)
Capitão Styvenson (Rede)

Dra. Zenaide Maia (PHS)

Rio Grande do Sul (RS)
Luis Carlos Heinze (PP)

Paulo Paim (PT)

Rondônia (RO)
Marcos Rogério (DEM)

Confúcio Moura (MDB)

Roraima (RR)

Chico Rodrigues (DEM)

Mecias de Jesus (PRB)

Santa Catarina (SC)
Esperidião Amin (PP)

Jorginho Mello (PR)

São Paulo (SP)
Major Olímpio (PSL)

Mara Grabrilli (PSDB)

Sergipe (SE)
Alessandro Vieira (Rede)

Rogério Carvalho (PT)

Tocantins (TO)
Eduardo Gomes (SD)

Iarajá (PSD)

Além destes, há 27 senadores já eleitos e com mandatos até 2022. São eles:
Alvaro Dias (Podemos) PR
Antonio Anastasia (PSDB) MG
Dário Berger (MDB) SC
Davi Alcolumbre (DEM) AP
Fátima Bezerra (PT) RN
Fernando Bezerra Coelho (MDB) PE
Fernando Collor (PTC) AL
Gladson Cameli (PP) AC
José Amauri (Podemos) PI
José Maranhão (MDB) PB
José Serra (PSDB) SP
Kátia Abreu (PDT) TO
Lasier Martins (PSD) RS
Maria do Carmo Alves (DEM) SE
Omar Aziz (PSD) AM 2
Otto Alencar (PSD) BA
Paulo Rocha (PT) PA
Reguffe S/Partido DF
Roberto Rocha (PSDB) MA
Romário (Podemos) RJ
Ronaldo Caiado (DEM) GO
Rose de Freitas (Podemos) ES
Simone Tebet (MDB) MS
Tasso Jereissati (PSDB) CE
Telmário Mota (PTB) RR
Wellington Fagundes (PR) MT
Divulgação/TSE
Istoé

Haddad fala em unir democratas e debater “olho no olho” no 2º turno

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Candidato disse que fez contato com Marina, Ciro e Boulos

No primeiro pronunciamento após a confirmação da disputa de segundo turno na corrida presidencial, o candidato Fernando Haddad (PT) afirmou haver “muita coisa em jogo” no pleito deste ano e sinalizou a busca de apoio nas próximas três semanas de campanha. Até a última atualização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o petista tinha 28,95% dos votos válidos contra 46,26% de Jair Bolsonaro (PSL), com 98,86% das urnas apuradas. O segundo turno será realizado no próximo dia 28 de outubro.

“Esta eleição coloca muita coisa em jogo. O próprio pacto da Constituinte de 1988 está em jogo em função das ameaças que sofre quase diariamente”, afirmou. A declaração foi dada em um hotel no bairro do Paraíso, em São Paulo, na presença de dezenas de apoiadores, correligionários e aliados, incluindo a candidata a vice-presidente na chapa, Manuela d’Ávila (PCdoB) e integrantes do PROS, o outro partido que compõe a coligação.

O petista afirmou já ter conversado por telefone com Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL) e Marina Silva (Rede). “Tenho muita consideração por todos e a ideia é manter o diálogo aberto”, disse. Segundo a assessoria do candidato, Haddad trocou telefonemas de cumprimentos com os três adversários, mas ainda não foi definida uma agenda de conversas para viabilizar o apoio deles no segundo turno.

A assessoria de Haddad informou ainda que o governador reeleito da Bahia, Rui Costa (PT), está articulando uma reunião com governadores do PT e aliados para a próxima terça-feira (9), em São Paulo, para discutir o apoio nos estados na sequência da campanha eleitoral. O presidenciável também deve visitar amanhã (8) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, e em seguida deve conceder uma entrevista coletiva à imprensa.

Discutir o Brasil

Em seus discurso, Fernando Haddad disse ainda que pretende “unir os democratas do Brasil” em torno de um projeto que tenha como prioridade o combate as desigualdades sociais do país e a defesa da soberania nacional e popular. Ele falou ainda que o segundo turno abre oportunidade para discutir “frente à frente e olho no olho”.

“Vamos para o campo democrático com uma única arma: o argumento. Nós vamos com a força do argumento para defender o Brasil e seu povo, sobretudo o povo mais sofrido do país”, afirmou. Ao fazer referência ao resultado das urnas, que apontou vasntagem de 18 pontos para Bolsonaro, o petista disse que os números são “expressivos e apontam para os riscos que a democracia corre no país”.

 
Da Agência Brasil São Paulo

Bolsonaro convoca eleitores para segundo turno da eleição

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O candidato Jair Bolsonaro (PSL) convocou os eleitores para a disputa do segundo turno no dia 28 de outubro, quando irá enfrentar Fernando Haddad (PT).

“Temos de acreditar no nosso Brasil. Não podemos nos recolher. Faltam três semanas”, disse em transmissão pelas redes sociais, acompanhado do economista Paulo Guedes, seu assessor econômico na campanha e eventual ministro da Fazenda em caso de vitória.

Ele ainda agradeceu aos brasileiros pelos votos que recebeu. Bolsonaro venceu em quatro regiões do país, perdeu somente no Nordeste. “Tenho certeza que ampliaremos esta vantagem no segundo turno”, disse.

Urnas eletrônicas

Bolsonaro disse que irá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para cobrar soluções sobre problemas em urnas eletrônicas durante a votação deste primeiro turno. No Rio de Janeiro, foram registradas longas filas na seções eleitorais por causa de problemas em troca de urnas e biometria. “Vamos juntos ao TSE para exigir soluções para isto que aconteceu agora. Não foi pouca coisa. Foi muita coisa. Se nós tivéssemos confiança nas urnas eletrônicas, já teríamos o nome do futuro candidato à Presidência da República definido hoje”, afirmou o candidato.

O candidato também fez críticas à campanha do PT. “Eles têm bilhões para gastar e parte da mídia. Quase quebraram o BNDES e muitos bancos. Afundaram empresas”, afirmou.

Da Agência Brasil Rio de Janeiro

Política:Eleição para o Senado derrota políticos conhecidos

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Dilma Rousseff e Eunício Oliveira estão entre os derrotados

A eleição para o Senado Federal deixa fora do Congresso políticos de renome, como a ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG), que ficou em quarto lugar na disputa; o atual presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE); o vereador Eduardo Suplicy (PT-SP), ex-senador e aposta do partido para reforçar a bancada; o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), ex-ministro da Educação; e o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), ex-ministro da Educação.

A eleição do Rio de Janeiro foi a que causou maior desfalque: foram derrotados os senadores Lindbergh Faria (PT) e Eduardo Lopes (PRB), além dos deputados federais Miro Teixeira (Rede) e Chico Alencar (PSOL).

Miro é o deputado com maior número de mandatos na atualidade. Ao todo são onze mandatos, com apenas uma interrupção, entre 1983 e 1987. Chico Alencar está no quarto mandato na Câmara dos Deputados. Um dos principais defensores de Dilma na Câmara dos Deputados, Silvio Costa (Avante-PE), tentou sem sucesso uma vaga no Senado. O líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), também foi derrotado.

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O senador Eunício Oliveira não foi reeleito – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Os eleitores do Maranhão tiraram do cenário nacional o senador Edison Lobão (MDB) e o deputado Sarney Filho (PV), mas colocaram no Senado, o deputado Weverton Rocha (PDT) e a deputada Eliziane Gama (PPS). Já os deputados Alfredo Nascimento (PR-AM) e Alex Canziani (PTB-PR) tentaram o Senado, mas foram derrotados. Filho da senadora Kátia Abreu (PDT-TO), o deputado Irajá Abreu (PDT-TO) conquistou uma cadeira no Senado.

Os tucanos Ricardo Trípoli, em São Paulo, Bruno Araújo, em Pernambuco, e Jutahy Júnior, na Bahia, que atualmente ocupam uma vaga de deputado federal, perderam a eleição de senador. Os ex-governadores Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Jackson Barreto (MDB-SE) também não tiveram sucesso nas urnas.

Os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Antônio Carlos Valadares (PSB), Roberto Requião (MDB-PR), Valdir Raupp (MDB-RO), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Vicentinho Alves (PR-TO), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Lúcia Vânia (PSB-GO), Wilder Morais (DEM-GO), Magno Malta (PR-ES), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Waldemir Moka (MDB-MS), Benedito de Lira (PP-AL), Angela Portela (PDT-RR) e Paulo Bauer (PSDB-SC) não foram reeleitos.

Candidatos a governador

Dos 18 senadores que se candidataram a governador, apenas dois conseguiram se eleger no primeiro turno: Ronaldo Caiado (DEM), em Goiás, e Gladson Cameli (PP), no Acre.

Três vão disputar a eleição estadual no segundo turno: João Capiberibe (PSB), no Amapá; Antonio Anastasia (PSDB), em Minas Gerais, e Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte.

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A ex-presidenta Dilma Rousseff não conseguiu se eleger em Minas Gerais – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Reeleição

Dos 33 senadores que tentaram a reeleição, oito conseguiram votos para voltar: Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Ciro Nogueira (PP-PI), Humberto Costa (PT-PE), Jader Barbalho (MDB-PA), Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL) e Sérgio Petecão (PSD-AC).

* Colaborou Gilberto Costa

Da Agência Brasil* Brasília