Com dois de Deyverson, Palmeiras bate Grêmio e mantém liderança

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O Palmeiras defendeu a liderança do Campeonato Brasileiro com sucesso na tarde deste domingo. A nove rodadas do fim do torneio nacional, o time alviverde contou com gols do atacante Deyverson para ganhar do Grêmio por 2 a 0, no Estádio do Pacaembu.

Deyverson abriu o placar após cruzamento de Dudu no primeiro tempo e ampliou na etapa complementar ao levar a melhor sobre Bressan. Invicto há 14 jogos seguidos no Brasileiro, o Palmeiras chega aos 59 pontos, três a mais do que o Internacional. O Grêmio, com os mesmos 51 pontos, continua no quinto posto.

Pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio volta a campo para enfrentar o América-MG às 16 horas (de Brasília) do próximo sábado, no Estádio Independência. Já o líder Palmeiras encara o Ceará às 16 horas de domingo, novamente no Pacaembu.

 

O Jogo – Empurrado por sua torcida, o Palmeiras conseguiu inaugurar o marcador logo aos sete minutos da etapa inicial. Dudu recebeu pela direita e cruzou. Marcado por Marcelo Oliveira na primeira trave, Deyverson desviou e matou o goleiro Paulo Victor.

Após tomar um susto em falta perigosa de Diogo Barbosa, defendida por Paulo Victor, o Grêmio teve sua única chance durante o primeiro tempo. Cícero levantou na área e Pepê completou de cabeça. Fernando Prass apenas acompanhou a saída da bola pela linha de fundo.

O Grêmio melhorou e passou a trocar passes no ataque, mas quase tomou o segundo ainda no primeiro tempo. Após tabelar com Deyverson, Dudu rolou para Bruno Henrique. Com Paulo Victor batido, o volante completou e Cícero salvou na linha do gol.

No segundo tempo, com Marinho no lugar de Pepê, o Grêmio procurou aumentar seu volume de jogo em busca do empate. O Palmeiras soube como proteger o gol de Fernando Prass e continuou atacando, porém sem conseguir construir grandes chances no começo.

Com dificuldades para penetrar na defesa palmeirense, o Grêmio assustou em cobrança de falta pela esquerda efetuada por Luan, que viu a bola passar perto do travessão de Prass. Pouco depois, Dudu recebeu de Willian em contra-ataque e disparou para boa defesa de Paulo Victor.

O Palmeiras ampliou sua vantagem aos 33 minutos do segundo tempo. Em um lance de persistência, Deyverson aproveitou vacilo de Bressan após chutão de Luan e, de pé direito, finalizou diante de Paulo Victor. Nos minutos finais, a torcida alviverde gritou olé para festejar o líder do Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 0 GRÊMIO

Data: 14 de outubro, domingo
Local: Estádio do Pacaembu
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa) e Sidmar dos Santos Meurer
Cartões amarelos: Thiago Santos, Gustavo Gomez e Luan (PAL); Bressan e Marcelo Oliveira (GRE)
Público: 32.015 pagantes
Renda: R$ 1.254.125,00
Gols:
PALMEIRAS: Deyverson, aos 7 minutos do 1º Tempo e aos 33 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Antônio Carlos, Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Thiago Santos (Jean), Bruno Henrique e Moisés; Dudu (Hyoran), Willian (Lucas Lima) e Deyverson
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Grêmio: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Bressan e Marcelo Oliveira; Cícero, Maicon, Alisson, Luan (Thaciano) e Pepê (Marinho); Jael (André)
Técnico: Renato Gaúcho

 
Bruno Ceccon
Da Gazeta Esportiva São Paulo, SP

São Paulo sofre virada do Inter no Sul e se distancia da liderança

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O São Paulo se distanciou dos líderes do Campeonato Brasileiro na tarde deste domingo. Jogando no Beira-Rio, em um duelo entre dois times postulantes ao título, o Tricolor saiu na frente com um gol relâmpago de Liziero, substituto do lesionado Everton, mas recuou demasiadamente e sofreu a virada do Internacional, que venceu por 3 a 1.

Com o resultado, o São Paulo chegou ao seu quinto jogo consecutivo sem vitória, permanecendo no quarto lugar com 52 pontos, agora sete a menos que o líder Palmeiras, que venceu o Grêmio no Pacaembu. O Inter, por sua vez, conseguiu recuperar a segunda colocação, com 56 pontos.

Pela 30ª rodada do Brasileirão, o time dirigido por Diego Aguirre tentará se reabilitar diante do Atlético-PR, no próximo sábado, às 19 horas (de Brasília), no Morumbi. Já os comandados de Odair Hellmann buscarão se manter firmes na briga pelo título em confronto com o Santos, no dia 22, às 20 horas, novamente em casa.

Tricolor faz gol relâmpago, mas é castigado

A etapa inicial foi quase toda do Inter, mas foi o São Paulo quem balançou as redes primeiro. Logo aos dois minutos, após erro de Edenílson na saída de bola, Reinaldo recebeu na esquerda e cruzou na medida para Liziero, que entrou na área e bateu de primeira, sem chances para Marcelo Lomba.

Pouco depois, a arbitragem tomou uma decisão polêmica. Após boa troca de passes do Inter, Hudson interceptou dando um carrinho dentro da área. A bola sobrou para Nico López, que bateu firme e marcou o gol. A auxiliar Neuza Inês Back, contudo, não interpretou o desvio do são-paulino como uma nova jogada e assinalou impedimento, anulando o tento.

O São Paulo recuou exageradamente e passou ser muito pressionado pelo Inter. Aos 18, D’Alessandro cruzou da direita, Jean saiu mal do gol, e a bola sobrou para Patrick. Sem goleiro, o volante se atrapalhou e finalizou mal, dando tempo para Anderson Martins afastar. Aos 41, o meia argentino carimbou a trave esquerda de Jean em cobrança de falta.

Acuado pelo time da casa, o Tricolor não resistiu e cedeu o empate no fim do primeiro tempo. Aos 41 minutos, Nico López avançou pela direita, passou por Liziero na linha de fundo e cruzou para Leandro Damião, que subiu livre na área para testar firme e deixar tudo igual no Beira-Rio.

Colorado segue melhor e Damião resolve

Empurrado por mais de 45 mil pessoas, o Inter não diminuiu o seu ímpeto na volta do intervalo. E chegou ao gol da virada logo aos seis minutos, quando Victor Cuesta desviou lançamento de D’Alessandro para Damião completar com o pé para as redes.

Aí o São Paulo acordou e saiu para o jogo. Aos 14 minutos, Joao Rojas recebeu na direita e passou para Hudson. Próximo da marca do pênalti, o volante bateu de primeira e viu a bola tirar tinta da trave. Em busca do empate, Diego Aguirre colocou Gonzalo Carneiro e Tréllez nas vagas de Nenê e Liziero.

As alterações melhoraram o Tricolor. Aos 26 minutos, após chute da intermediária, a bola sobrou para Rojas, que levantou na pequena área. Diego Souza subiu com a marcação e conseguiu testar, mas ela saiu passando rente à trave.

Aos 33 minutos, o São Paulo teve um gol anulado. Após Reinaldo cobrar falta em direção à área, Bruno Alves dividiu por cima com Lomba. A bola sobrou para Carneiro, que empurrou para a rede. A auxiliar, porém, assinalou o impedimento do zagueiro. Nos acréscimos, Anderson Martins derrubou Damião na área e foi expulso. Na cobrança do pênalti, Nico López deslocou Jean e deu números finais à partida.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 3 X 1 SÃO PAULO

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 14 de outubro, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Neuza Inês Back (SC)
Público: 45.263 torcedores
Cartão Amarelo: Bruno Peres, Anderson Martins, Jucilei e Bruno Alves (São Paulo)
Cartão Vermelho: Anderson Martins (São Paulo)
Gols: INTER: Leandro Damião, aos 45 do 1º tempo, e aos 6 minutos do 2º tempo; Nico López, aos 49 minutos do 2º tempo; SÃO PAULO: Liziero, aos 2 minutos do 1º tempo

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Fabiano, Emerson Santos (Klaus), Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick e D´Alessandro (Wellington Silva); Nico López e William Pottker (Leandro Damião)
Técnico: Odair Hellmann

SÃO PAULO: Jean; Bruno Peres, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Hudson, Liziero (Tréllez) e Nenê (Gonzalo Carneiro); Joao Rojas e Diego Souza
Técnico: Diego Aguirre

 
Da Gazeta Esportiva São Paulo, SP

Bolsonaro diz que capitães vão mandar no Brasil

Declaração, em tom de brincadeira, foi feita em visita ao Bope no Rio

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, visitou hoje (15) pela manhã a sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Bolsonaro chegou ao quartel, em Laranjeiras, na zona sul da capital fluminense, ao lado de assessores. A visita não foi acompanhada pela imprensa.

Por volta do meio-dia, um vídeo foi divulgado pela assessoria do candidato. Nas imagens, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, aparece dentro do quartel, no centro, cercado por policiais. Os homens do Bope são chamados de “caveira”. Ele posou para fotos ao lado dos policiais e fez um breve discurso para a tropa.

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O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) vista o Bope no Rio de Janeiro – Jair Bolsonaro/Redes sociais/Direitos Reservados

“Nós temos a segunda maior bancada em Brasília e isso vem de gente como vocês. Temos que acreditar e tentar mudar, buscar fazer a coisa certa. Isso é possível, afinal de contas não temos outro caminho.”

Ao final, Bolsonaro encerrou o discurso gritando “caveira”. Ao prestar continência ao comandante do Bope, tenente-coronel Alex Benevenuto Santos, o candidato brincou: “Estou dando continência para o coronel, mas quem vai mandar no Brasil serão os capitães.”

 
Da Agência Brasil Rio de Janeiro

PRF registra 764 acidentes em rodovias federais durante o feriado

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Número é menor do que o ocorrido em 2017, com 993 casos

Durante o feriado prolongado da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 764 acidentes nas rodovias federais de todo o país. Do total, 193 foram classificados como graves, por terem resultado em óbito ou ferimentos de grau mais intenso.

Os números, apresentados em balanço divulgado hoje (15), indicam um recuo nas ocorrências, na comparação com o ano passado, quando a corporação atendeu 993 acidentes. Em 2017, o feriado contemplou quatro dias da semana, um a mais do que o deste ano, iniciado na última sexta-feira (12).

Ainda de acordo com o relatório da PRF, as equipes empregadas durante a data fiscalizaram 90.882 veículos. Ao aplicar 27.837 testes de alcoolemia – mais comumente chamados de testes do bafômetro -, os agentes autuaram 602 motoristas que dirigiam sob efeito de substâncias alcoólicas.

Ao longo da operação, os policiais registraram, ainda, 3.312 manobras proibidas de ultrapassagem, 1.989 flagrantes de motoristas ou passageiros transitando sem o uso de cinto de segurança e 295 irregularidades no transporte de crianças, que estavam a bordo dos veículos sem estarem acomodadas em equipamentos adequados à sua idade, como bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação.

Combate ao tráfico

Os agentes da PRF também apreenderam, nos três dias da operação, 1.371 quilos de maconha e 138 quilos de cocaína, além de recolher 12 armas de fogo. No saldo do policiamento também consta a recuperação de 34 veículos e a detenção de 341 pessoas por condutas criminosas de diversos tipos.

 

 
Da Agência Brasil Brasília

Apenas 3,3% dos estudantes brasileiros querem ser professores

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“Meu sonho mesmo é dar aula para o ensino médio, pode ser em escola estadual, municipal ou particular”, diz Lucas dos Anjos Castro, 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Professor Botelho Reis, em Leopoldina, Minas Gerais. “Eu me vejo como professor, igual aos meus, na correria, rodando para lá e para cá, entrando em uma sala e outra. É o que eu gosto”.

O sonho com a carreira docente, como o de Castro, é cada vez mais raro. De acordo com levantamento feito pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com base nos dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2015, apenas 3,3% dos estudantes brasileiros de 15 anos querem ser professores. Quando se trata daqueles que querem ser professores em escolas, na educação básica, esse percentual cai para 2,4%.

Hoje (15), no Dia do Professor, a Agência Brasil mostra as ideias de quem quer seguir a carreira docente e de professores que não abrem mão da profissão.

“Quando eu contei para a minha mãe, ela me disse: ‘você pode ganhar mal, como será o seu futuro?’ Eu falei que queria e que se eu não trabalhar no que quero, não vou ser feliz”, diz Castro.

Um dos professores que influenciou a decisão do estudante foi João Paulo de Araújo que, além de lecionar história na Escola Estadual Professor Botelho Reis, trabalha também na Escola Estadual Doutor Pompilio Guimarães e no Colégio Equipe, que é particular. “Acho que no primeiro momento, os alunos não escolhem porque a própria família recrimina, a sociedade julga muito. Eu tenho buscado ser um professor melhor, que inspire, que mostre que a profissão é tão boa quanto qualquer outra, que tem desafio como qualquer outra”.

Araújo foi um dos vencedores do prêmio Educador Nota 10, em 2013. “É a forma que posso retribuir tudo que educação fez por mim. Venho de família humilde. Meu pai é ex-presidiário e minha mãe era doméstica. A oportunidade que eu tive foi graças à educação”.

Carreira pouco atrativa
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Estudantes que pretendem ser professores tiveram desempenho abaixo da média no Pisa – Arquivo/Agência Brasil

O estudo elaborado pelo Iede mostra que a carreira docente não atrai os alunos que têm um melhor desempenho no Pisa. A avaliação internacional da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é aplicada a estudantes de 15 anos que fazem provas de leitura, matemática e ciências. Entre os 70 países e regiões avaliados, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, 59ª em leitura e 65ª em matemática. Os estudantes que disseram que pretendem ser professores obtiveram 18,6 pontos a menos da média do país em matemática, 20,1 pontos a menos em ciências e 18,5 a menos em leitura.

Dentre os países participantes do Pisa, a Alemanha é o que apresenta a maior diferença entre a nota dos alunos que esperam ser professores e a média geral do país. Aqueles que querem seguir a carreira docente obtiveram 42,9 pontos a mais em matemática, 52,5 em ciências e 59,1 em leitura.

Os países com os maiores percentuais de estudantes que querem ser professores são Argélia, onde 21,7% dos estudantes querem ser professores, e Kosovo, onde esse percentual chega a 18,3%. Nesses países, no entanto, o desempenho desses alunos não é bom, “mas é muito similar ao desempenho geral dos estudantes do país, que é baixo”, diz o estudo. Coreia e a Irlanda estão também entre os países com os maiores percentuais, respectivamente 13,8 e 12,6%. Ao contrário da Argélia e Kosovo, o desempenho dos alunos é bom, chegando, na Coreia, a ser superior à média nacional.

“O que o dado brasileiro revela é o fato que a ocupação de professor está com problemas de atratividade. As pessoas que têm notas mais altas escolhem outras profissões”, diz o professor de economia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Fábio Waltenberg, um dos autores do estudo Ser ou não ser professor da Educação Básica? Salário esperado e outros fatores na escolha ocupacional de concluintes de licenciaturas. Segundo Waltenberg, o salário é um dos entraves para a escolha da profissão.

Equiparação salarial

 

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Até 2020, o salário dos professores deve ser equivalente ao de outros profissionais com a mesma formação – Sumaia Vilela / Agência Brasil

Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)Essa porcentagem subiu desde 2012, quando era 65,2%.

Por lei, pelo Plano Nacional de Educação, esse salário deve ser equivalente ao de outros profissionais com formação equivalente até 2020.

De acordo com o diretor do Iede, Ernesto Martins Faria, três aspectos contribuem para a atratividade da profissão. “Planos de carreira para professores e educadores, ações específicas de valorização, que geram estímulo e permanência, e coesão escolar. O funcionamento da escola tem a ver com visão consistente, semelhante de gestor, coordenador pedagógico e educadores”, diz.

Segundo ele, o fato de os professores serem muitos e estarem ligados a estados e municípios, muitas vezes com orçamentos restritos, dificulta sobretudo a existência de planos de carreira atrativos. “Estamos falando da carreira de 2 milhões de professores, [não apenas o Brasil], o mundo sofre para oferecer uma carreira atrativa”.

Apesar das dificuldades, a estudante de licenciatura em ciências sociais Aniely Silva, 20 anos, não desiste do sonho de ser, assim como Castro, professora de ensino médio. Ela conta que a vontade ficou mais forte após participar das ocupações de escolas em São Paulo.

“Durante as ocupações das escolas, percebi o quanto de informação não chega para nós, que somos de periferia e de escola pública. Queria conseguir levar informação para as pessoas. Quando a informação chega como conhecimento, muda a realidade das pessoas, como mudou a minha”.

Aniely arremata: “Não escolhi a profissão pelo salário e não me desmotiva. Quero estudar muito para ser muito boa no que eu faço e lutar para melhorar a educação, por mais investimento e valorização dos professores”.

 
Da Agência Brasil Brasília