Barueri abre novas vagas para o programa Gera-Ação

Da Redação

Prefeitura abre novas vagas para

Serão oferecidos 8 cursos profissionalizantes, com duração média de dois meses(foto: Ana Claudia)

A Prefeitura de Barueri, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, abrirá nos próximos dias 16 e 17, matrículas para a nova turma do Programa Gera-Ação, sub-divisão do programa Barueri Emprega.

O programa tem o objetivo de oferecer ferramentas para colocação do munícipe ao mercado de trabalho, oferecendo através de parcerias com empresas, escolas, instituições e sindicatos, cursos gratuitos aos trabalhadores que necessitam de qualificação e requalificação profissional.

Serão oferecidos 8 cursos profissionalizantes, com duração média de dois meses. As aulas são ministradas nos períodos da manhã, tarde e noite; e são compostas por aulas práticas e teóricas.

Para se inscrever, o candidato deve ter mais que 16 anos de idade, estar desempregado ou não, ser residente em Barueri (apresentar comprovante de endereço) e ter comprovadamente primeiro grau completo.

As matrículas serão realizadas no Centro Municipal de Qualificação Profissional, e os documentos necessários são: originais e cópias do RG, CPF, Cartão Barueri ou comprovante de endereço (nominal) e histórico escolar.

Conheça os cursos:

Técnicas de apresentação e oratória

Inglês Básico

Assistente de Recursos Humanos

Assistente contábil

Assistente administrativo

Informática básica

Informática intermediária

Eletricista NR 10 (possuir carteira de eletricista)

O Centro de Qualificação Profissional fica localizado narua Campos Sales, 485, Centro de Barueri, das 9 às 20 horas. Mais informações: 4198-4907, 4198-8177, 4198-8188, 4199-0777 e 4163-5547.

Com informações de Barbarah Salles

 

Participação da família é decisiva para formação do jovem leitor

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Livros infantis pendurados em árvores atraem crianças na Praça da Matriz durante a 12 Festa Literária Internacional de Paraty (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Participação da família é decisiva para formação do jovem leitorFernando Frazão/Arquivo Agência Brasil
Transformar a leitura em um momento prazeroso para as crianças pode ser a chave para a formação de jovens e adultos leitores. Neste 12 de outubro, que marca o Dia Nacional da Leitura e Dia da Criança, especialistas e professores ouvidos pela Agência Brasil avaliam que a leitura não pode ser encarada como uma obrigação e a participação da família desde cedo pode ser decisiva nesse processo.

Com 25 livros infantis publicados e mãe de três filhos, a escritora Alessandra Roscoe diz que uma relação prazerosa das crianças com a leitura é a principal forma de aproximar os pequenos dos livros. Alessandra conta que já lia para os filhos antes mesmo de eles nascerem, quando ainda estava grávida.

“Você cria um vínculo afetivo, uma relação muito mais forte, com a voz da mãe, do pai, com quem quiser ler em voz alta para a barriga. A criança estimulada a encontrar o livro desde cedo tem uma relação prazerosa com a leitura, e não uma relação de obrigação, não uma coisa chata”, diz.

Alessandra faz uma crítica aos pais que “escondem” os livros dos filhos. Para ela, os livros precisam ficar ao alcance das crianças. “A criança tem que ter acesso, tem que poder manusear. Não adianta ter aquele livro na última prateleira da estante, dizer que tem livros infantis maravilhosos, mas não ler com o filho”, argumenta.

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Livros infantis pendurados em árvores atraem a atenção de crianças durante Festa Literária em Paraty Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil

A socióloga Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro, também defende que transformar a leitura em um momento de reunião com a família é um passo importante na formação de novos leitores. “É fundamental que a família dê o exemplo. Quando você lê para crianças, em momentos lúdicos, cria na memória dessa criança algo afetuoso”.

Zoara, que também coordena a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, defende a importância de se presentear a criança com livros como forma de criar gosto pela leitura. Segundo a pesquisa, 88% daqueles que gostam de ler ganharam livros em algum momento da vida.

“A criança que ganha um livro, vê que aquilo é importante. Quando a criança está alfabetizada, a leitura contribui para o vocabulário, para a melhora da capacidade da escrita. É principalmente por meio da leitura que a criança tem acesso ao conhecimento, à cultura, o que é muito importante para a formação desses cidadãos”, defende.

A leitura mediada é a base do projeto Roedores de Livros, no Distrito Federal. A iniciativa, coordenada pela professora Ana Paula Bernardes, promove leituras em grupo com crianças de 5 a 14 anos, além de funcionar como uma biblioteca.

“A gente conquista uma criança lendo para ela. Ela sente muito prazer em estar junto a um adulto, em alguém estar lendo com ela.”

A professora cobra mais envolvimento das famílias para a formação de jovens leitores. “Coloquem os livros em coisas gostosas da família. Levem a criança a uma livraria, biblioteca, leiam para a criança. A criança vai associar a leitura com uma coisa boa”, recomenda.

Para Ana Paula, o principal benefício da leitura na vida das crianças é a formação de cidadãos críticos. “Esse dia a dia com o livro e com pessoas que leem, que conversam, que discutem, traz um enriquecimento muito grande, faz com que essas crianças fiquem mais atentas aos detalhes.”

Professora da rede pública do Distrito Federal, Fabiana Machado dá aulas para crianças de 6 e 7 anos, em uma turma do 1º ano do ensino fundamental. Fabiana diz que percebe a diferença em sala de aula entre os alunos que costumam ler e o que não gostam dos livros.

“Muitos alunos ainda estão começando a aprender a ler, mas é visível que aqueles que se esforçam para ler uma história, que pedem livros, tem uma desenvoltura maior em sala”. Para a professora, o incentivo dos pais é fundamental na formação de leitores.

“Não adianta eu dizer que a leitura é importante, que a criança tem de ler, se os pais não dão exemplo”, completa.

 

Da Agência Brasil

Brasil tem 508 escolas rurais sem infraestrutura, diz estudo

No Brasil, 508 escolas rurais não têm condições de infraestrutura, têm baixa taxa de aprovação e muitos alunos abandonam os estudos. Nessas escolas não há sequer água filtrada. É o que mostra o estudo Escolas Esquecidas, divulgado esta semana pelo Instituto CNA, ligado à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, que mapeou esses centros de ensino. A maioria está nas regiões Norte e Nordeste e é de difícil acesso.

O estudo utiliza os dados do Censo Escolar de 2012 e revela instituições que não têm biblioteca, computador, TV, antena parabólica, videocassete, DVD, água filtrada, saneamento básico ou eletricidade. Quase 40% dos estudantes repetiram de ano e 23% abandonaram os estudos. Nas demais escolas do país, a taxa de aprovação passa dos 83%, e o abandono chega a 3,8% no ensino fundamental e a 10,2% no ensino médio.

A maior parte dessas escolas está na Região Norte: 209 no estado do Pará e 202 no Amazonas. As demais escolas estão no Acre (36), no Maranhão (22), na Bahia (12) em Roraima (11), em Pernambuco (6), no Amapá (4), no Mato Grosso (3), no Piauí (2) e em Rondônia (1). Do total, 184 estão em terras indígenas, 44 em áreas de assentamento, oito em áreas remanescentes de quilombos e uma em unidade de uso sustentável. Grande parte é municipal.

São Gabriel da Cachoeira, município do Amazonas que faz fronteira com a Venezuela e a Colômbia, concentra 67 escolas rurais sem condições mínimas de infraestrutura, o maior número encontrado no estudo. “A zona rural é muito distante da zona urbana. Há locais em que é preciso uma semana para chegar, é preciso ir de rapeta pelos rios, passar por cachoeiras”, explica a assessora da Secretaria de Educação do município, Socorro Borges. “As escolas estão nessa situação pela dificuldade de levar material e porque não temos muito recurso.”

O município encontra também dificuldades em levar os alimentos da merenda escolar para os centros de ensino, que atendem, com exceção de dois, à populações indígenas. Socorro explica que eles contrataram uma empresa para fazer o transporte e que têm que levar alimentos enlatados, em vez de orgânicos, para que durem mais tempo.

Chaves, no Pará, tem 17 escolas que aparecem no relatório. “Essas escolas são de madeira, estão perto das margens dos rios, algumas estão interditadas porque a erosão chegou nelas”, diz o secretário de Educação do município, Edgar Quadros. A cidade fica às margens do Rio Amazonas e é frequentemente atingida pela pororoca – grandes e violentas ondas que são formadas a partir do encontro das águas do mar com as águas do rio. “Muitas vezes comunidades inteiras têm que se mudar por causa de alagamentos e a escola vai junto.”

Segundo ele, das quase 100 escolas do município, 97 estão em zona rural. O secretário disse que já solicitou ao Ministério da Educação (MEC) ajuda para construir 43 escolas, 31 estão em processo licitatório. Também há problema em fixar os docentes. “Poucos são das comunidades. Geralmente são de fora, vêm de cidades próximas, de Belém, e ficam nas comunidades por temporadas”, diz o secretário.

De acordo com o levantamento, as escolas sem infraestrutura representam 0,7% do total de escolas públicas rurais no país que, em 2012, somavam 75,7 mil centros de ensino.

“O estudo é um alerta para o meio rural, especialmente para aquelas escolas que chamamos de esquecidas. Através dessa metodologia chegamos a 508, mas sabemos que outras escolas estão ali no limite, se houvesse uma flexibilização nos critérios, haveria um número maior de escolas [sem as condições mínimas de infraestrutura]”, diz o secretário executivo do Instituto CNA, Og Arão.

Segundo ele, as escolas rurais são muito importantes para a formação das comunidades do campo e são também um incentivo para que as famílias permaneçam na área rural. “Sem uma escola de qualidade não consigo formar, levar conhecimento e inovação, manter essas pessoas no campo”, acrescenta Arão.

O MEC diz que desde 2012, com o Pronacampo, tem intensificado ações voltadas para as escolas rurais, enviando recursos aos estados e municípios e às próprias escolas. Além disso, também desde 2012, reúne-se com 80 municípios, que são os que concentram a maior parte das escolas rurais, buscando uma gestão mais próxima, discutindo formação de professores, possibilidades de financiamento e de apoio às escolas do campo.

Segundo a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Macaé Evaristo, 46% das escolas apontadas no estudo estão em municípios que fazem parte desse grupo. “Nenhuma criança nesse país pode ficar sem atendimento escolar. No campo é preciso atenção redobrada, independentemente do lugar que a criança nasceu, tem que ter acesso à educação e educação de qualidade”, diz a secretária.

Da Agência Brasil

Governo vai esperar sindicância para definir possíveis afastamentos no IBGE

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Os ministros do Planejamento, Miriam Belchior, do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo, da Educacão, Henrique Paim, durante coletiva sobre a correção dos dados da Pnad (Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse hoje (20) que o governo irá esperar a conclusão do trabalho da comissão de sindicância, que irá apurar o erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, para tomar providências sobre possíveis afastamentos de responsáveis do órgão.

A comissão terá 30 dias para analisar os fatos e a responsabilidade funcional e será formada por integrantes da Casa Civil, dos ministérios do Planejamento e da Justiça e da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo a ministra, o governo “ficou chocado com o erro”, considerado gravíssimo. Além da comissão de sindicância, um grupo de especialistas independentes irá avaliar a consistência da Pnad de 2013, para ver se há algum outro problema no estudo. Os nomes devem ser divulgados na próxima terça-feira (23).

Ontem (19), o IBGE divulgou uma correção da análise de dados da Pnad, divulgada na última quinta-feira (18), o que levou a erro em alguns resultados das estimativas. O índice de Gini, que mede a desigualdade no país, em 2012 estava em 0,496 e, em 2013, caiu para 0,495, o que mostra redução na desigualdade, ao invés do aumento para 0,498 divulgado anteriormente.

O erro ocorreu porque foi superestimada a população das regiões metropolitanas de sete estados que têm mais de uma região metropolitana, onde foi considerado o peso da região metropolitana do estado inteiro, e não apenas o da capital. Isso influenciou no cálculo de dados como o índice de Gini. Outros dados como o rendimento da população, taxas de analfabetismo e de desocupação também sofreram alterações.

Miriam Belchior destacou a rapidez com que o IBGE corrigiu os dados. “Isso não apaga o erro, que é gravíssimo, mas colocou à disposição da sociedade de forma transparente o mais rápido possível, as informações corrigidas.”

Segundo a ministra, ao ser informada do erro do IBGE, a presidenta Dilma Rousseff demonstrou perplexidade por um erro básico como o fato de não ter sido feito um processo de checagem e rechecagem dos dados. Para a ministra, não há problemas de orçamento e de pessoal no IBGE. “Houve um problema técnico básico de não ter sido feita a checagem dos dados”, destacou.

Ontem, a presidenta do IBGE, Wasmália Bivar, pediu desculpas a toda a sociedade pelo erro, mas afirmou que, do ponto de vista significativo, os resultados não mudaram substancialmente.

Também participam da coletiva a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, o ministro da Educação, Henrique Paim, e o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Marcelo Neri. Em nota divulgada durante a coletiva, o governo afirma que os novos dados da Pnad reafirmam a trajetória de queda das desigualdades e mantêm as principais tendências verificadas nesta década.

Da Agência Brasil

Após sexo em sala de aula, diretoras de escola são afastadas

Da Redação

Depois que um aluno do ensino médio da escola estadual Padre Antonio Jorge Lima, em Bauru, no interior de São Paulo, filmou dois professores fazendo sexo em sala de aula, a Secretaria Estadual da Educação decidiu trocar o comando da unidade de ensino.’

Em um comunicado, a assessoria do órgão informou que “a partir da próxima semana, a gestão da unidade será reformulada, uma vez que diretora e vice não estarão mais no cargo”. Ainda de acordo com a secretaria, uma equipe de supervisores foi designada pela diretoria regional para averiguar a conduta dos funcionários e da direção da escola.

No início de setembro, durante o intervalo das aulas, o adolescente de 16 anos registrou o casal de professores mantendo relações sexuais em uma das salas da aula da unidade, durante o intervalo. De acordo com o pai do estudante que fez o vídeo, o menino desconfiou que os dois professores se encontravam durante o intervalo quando voltou à sala para pegar dinheiro na mochila e foi impedido de entrar pelo docente.

O caso veio à tona depois que uma menina de 11 anos, que estuda na mesma escola, diz ter sido abusada sexualmente. O fato aconteceu na última segunda-feira. A criança foi abordada no corredor da unidade por seis alunos. Enquanto um tapava a boca dela, os demais acariciaram suas partes íntimas. A família da menina procurou a Polícia Civil, que investiga o caso.

A reportagem do Terra conversou com uma adolescente de 17 anos, aluna do ensino médio na mesma escola. Ela diz que o fato assustou os alunos. “Nunca nenhum aluno viu dois professores sequer se beijando. A gente desconfiava que os dois professores eram muito grudados, mas nada desse tipo”, conta. A adolescente diz que os alunos desconfiavam da relação entre os dois professores, mas encaravam como brincadeira: “nunca que a gente desconfiou que eles poderiam fazer isso na sala de aula”.

De acordo com a aluna, faltam professores na unidade. “A escola está meio perdida. Quando tem (professor), é um professor de uma matéria que tem que cobrir o horário de outro. Falam que não é culpa da escola e sim porque não acham professores”, disse.

Um professor, que se diz colega do docente envolvido no escândalo, critica a proporção que o caso ganhou. “É polêmica essa situação por causa deste falso moralismo da sociedade de cobrar do professor ‘postura’, mas os pais deixam essas mesmas crianças assistirem conteúdo impróprio para eles na TV. É uma sociedade bem hipócrita”, critica.

Em relação ao caso da menina de 11 anos que teria sido abusada, a adolescente que conversou com a reportagem do Terra conta que os alunos também se assustaram. “A grande maioria da escola é aluno de periferia, bairro pobre. Não tem nenhum tipo de educação sexual, palestra, preocupação com esse tipo de coisa”, reclama.

“Os próprios alunos estão discriminando a vítima, falam que hoje em dia com 11 anos de idade muita garota já é safada. Se houvesse um diálogo com os alunos todo mundo ia entender, parar com as piadinhas e apoiar a menina”, lamenta.

Apeoesp fala em falência da instituição
A diretora estadual do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) Suzi da Silva, afirma que os professores envolvidos no caso não são militantes do sindicato e revelou ter sido surpreendida com o fato. “Independente de eles serem ou não militantes do sindicato, trata-se de dois professores. Para entender o que aconteceu naquela sala de aula é preciso conhecer a realidade do ensino na unidade escolar”, afirma.

Para Suzi, a escola tem um histórico de problemas estruturais e indisciplina que acabam agravando a situação. “Quando a instituição entra em falência, tudo pode acontecer. Não deveria ter acontecido, mas é preciso entender que o professor anda desmotivado e desvalorizado”, reclama.

Ela conta que conhece os dois professores envolvidos no escândalo e garante que a conduta profissional dos dois é uma das melhores. “São excelentes profissionais, é preciso entender os motivos que os levaram a protagonizar tal cena”, finaliza.

Talita Zaparolli/Terra

Vestibulinho Fieb está com inscrições abertas para 2015

Da Redação

Vestibulinho Fieb

Estudantes de unidade do ITB

A Fundação Instituto de Educação de Barueri (Fieb) acaba de abrir as inscrições para seu Vestibulinho 2015. Os interessados podem se inscrever até as 16 horas do dia 31 de outubro, pelo site www.vestibulinho.fieb.edu.br. As aulas começam em fevereiro do próximo ano.

Há vagas para o 1º e o 2º anos do ensino fundamental nas EEFMTs Proessora Maria Theodora Pedreira de Freitas (Alphaville) e Professora Dagmar Ribas Trindade (Jardim Maria Cristina); para os 22 cursos técnicos distribuídos entre as seis unidades do Instituto Técnico de Barueri (ITB) nas formas integrada, concomitante e subsequente; e para o cursinho pré-vestibular. Os cursos da Fieb são gratuitos, não há cobrança de mensalidades, o candidato paga apenas uma taxa de inscrição no valor de R$ 30.

Candidatos ao 1º ano do ensino fundamental serão submetidos a um sorteio público. Já os candidatos aos demais cursos, inclusive o 2º ano do ensino fundamental, deverão fazer uma prova, aplicada no dia 16 de novembro, às 8 horas. Todas as informações detalhadas estão no Manual do Candidato, disponível para download no site do Vestibulinho.

Quem não tiver de onde acessar a internet pode ir a um dos Postos de Atendimento Eletrônico disponíveis no Ganha Tempo Municipal, setor verde, guichê 27, de segunda a sexta das 7 às 19 horas, e aos sábados das 7 às 13 horas; nas unidades da Fieb de segunda a sexta das 7 às 19 horas; e no cursinho pré-vestibular das 15 às 22 horas durante a semana, e das 8 às 16 horas aos sábados.

Novidades
O Vestibulinho da Fieb deste ano tem duas novidades importantes: exigência de CPF para candidatos de todas as idades e a Lei Municipal Nº 2.359, que estabelece que 95% das vagas da Educação Básica das escolas da Fieb (Ensino Fundamental) sejam destinadas a moradores de Barueri há mais de quatro anos. Moradores de outras cidades terão 5% das vagas para concorrer.

O candidato que não tiver CPF – inclusive crianças – deverá providenciar o documento para poder participar do processo seletivo. Maiores de 16 anos e que já possuam título de eleitor podem fazer o pedido gratuitamente pela internet e o número sai na hora. Menores de 16 anos devem se dirigir a uma agência dos Correios, Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal, mas é cobrado o valor de R$ 5,70 pelo serviço e, em alguns casos, a emissão pode demorar até 15 dias. Em agências próprias dos Correios o número é gerado instantaneamente.

Cursos técnicos e Cursinho
Dentre as opções de cursos técnicos do ITB há Administração, Análises Clínicas, Contabilidade, Design de Interiores, Edificações, Eletroeletrônica, Enfermagem, Farmácia, Finanças, Hospedagem, Informática, Informática para Internet, Logística, Manutenção e Suporte em Informática, Publicidade, Química, Recursos Humanos, Redes de Computadores, Secretariado, Segurança do Trabalho, Serviços Públicos e Telecomunicações.

Há opções para quem está saindo do 9º ano do ensino fundamental, que são os cursos na forma integrada; para quem está na 2ª ou 3ª série do ensino médio e pretende cursar o técnico em um ano e meio no ITB à noite, que é a forma concomitante; e para quem já concluiu o Ensino Médio e pretende profissionalizar-se, que é a forma subsequente e leva também um ano e meio.

Quem estiver de olho no Enem e nos vestibulares pode concorrer a uma vaga no Cursinho da Fieb, aberto a estudantes da 3ª série do ensino médio ou que já o tenham concluído. Haverá duas opções de horário: semanal noturno e aos sábados o dia inteiro.

Mais informações no site www.vestibulinho.fieb.edu.br ou através do CAC – Central de Atendimento ao Candidato pelo telefone (11) 2078-7815 e o e-mail vestibulinho@fieb.edu.br.

Secretaria de Comunicação Social de Barueri(foto: Flávio Costa
de Barueri

País precisa aumentar investimentos em educação e ampliar matrículas

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País precisa aumentar investimentos em educação e ampliar matrículas(Tomaz Silva/Arquivo Agência Brasil)

Avançar nas metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) é um dos principais desafios do país para os próximos anos, analisam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O plano, cuja lei foi sancionada em junho, contém 20 metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas, que abrangem do ensino básico ao ensino superior, tratam de questões como ampliação de matrículas, inclusão de pessoas com deficiência, melhorias na infraestrutura e valorização dos professores e trabalhadores em educação. Entre elas está a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor.

“O próximo presidente vai ter que dar o primeiro salto”, diz o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. “O próximo mandato será determinante para cumprimento das metas do plano. O PNE deverá estar dentro do novo ciclo orçamentário, que começa em 2015″, diz. Em termos de investimento, terá que passar dos atuais 6% do Produto Interno Bruto (PIB) para 7% no fim do mandato. Pelo PNE, a meta intermediária deverá ser cumprida até 2019.

Segundo Cara, além de garantir mais recursos, será preciso, estruturar a colaboração financeira da União a estados e municípios para assegurar o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), que corresponde ao valor suficiente para cumprir os padrões mínimos de qualidade do ensino básico. O coordenador destaca também o prazo até 2016 para a criação do Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do PNE.

No ensino básico, até 2016, o desafio será universalizar o ensino dos 4 aos 17 anos de idade. Isso significa incluir quase 3 milhões de crianças e jovens que estão fora da escola. “O desafio mais imediato é a criação de vagas para atender a todas as crianças na pré-escola [4 e 5 anos]. Embora não caiba a estados e União, esses entes são responsáveis por prestar assessoria técnica e recursos financeiros aos municípios”, diz a gerente da Área Técnica do movimento Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco. Na etapa, a geração de vagas deverá girar em torno de 1 milhão, segundo os dados oficiais mais recentes disponíveis no Observatório do PNE, portal coordenado pelo movimento.

De acordo com o secretário executivo da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), Vitor Alencar, continuam fora da escola “os mais violados em seus direitos, os negros, os indígenas e outros grupos”. Além de universalizar o ensino, Alencar ressalta que é preciso garantir qualidade. “Não podemos ter pessoas que, ao final de 5, 10 anos de estudo, não saibam ler e não consigam refletir sobre as próprias vidas, que é decorrência de um processo que pensa na quantidade e não na qualidade.” Para isso, será preciso valorizar os profissionais: “se não avançarmos na valorização e na melhoria das condições de trabalho dos profissionais de educação, não tem como fazer educação de qualidade no Brasil”, acrescenta.

No ensino superior, o plano também garante a expansão das vagas. “Nos últimos anos houve uma expansão bastante acelerada de universidades e institutos federais. Essa expansão é importante, mas não conseguiu ser acompanhada das questões de infraestrutura, das questões de trabalho, de dar boas condições a quem trabalha nesses locais”, diz o presidente da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes-Federação), Eduardo Rolim, apontando a qualidade como um dos desafios.

Ao contrário do ensino básico, no qual a maior parte das matrículas está em escolas públicas, no ensino superior 73% dos estudantes estão em instituições privadas. Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) quer mais espaço e pede maior participação dos representantes do setor privado na tomada de decisões. “Não temos participação efetiva nos colegiados que definem as políticas públicas e as implantam”, diz o diretor executivo da Abmes, Solon Caldas. “A meta de expansão só é possível em parceria com o setor privado. É preciso entender que o privado não é concorrente do público”, acrescenta.

Para a presidenta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Marinalva Oliveira, os recursos públicos devem ser voltados à expansão nas instituições públicas. “O público está enfraquecido. Professores estão precarizados, com salários baixos, desmotivados e estão abandonando a profissão. A educação precisa urgente de investimento”. A entidade propõe ao futuro governante que eleve o investimento para 10% do PIB já nos próximos anos e não apenas no fim da década. “A educação precisa urgente de mais investimento”, diz.

Da Agência Brasil

Osasco recebe 39 secretários de Educação da Região Metropolitana de São Paulo para discutir políticas educativas

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A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Educação, realizou, no dia 05 de setembro, o encontro da “Câmara Temática de Educação”, reunindo 39 secretários de cidades da Região Metropolitana de São Paulo, no Centro de Formação de Professores, no centro da cidade. As reuniões do grupo acontecem mensalmente, com o intuito de trocar experiências e aprimorar o ensino oferecido pelos municípios.

“Decisões colaborativas podem ajudar as cidades a encontrar soluções para situações comuns à maioria das administrações”, disse o prefeito de Osasco Jorge Lapas que esteve presente na reunião. Lapas destacou ainda ações inovadoras da prefeitura no que se refere a Educação, como a aplicação do programa educacional “O Líder em Mim”. O projeto é desenvolvido em mais de 1700 escolas de 36 países e trata-se de um eficaz processo de transformação comportamental para alunos e educadores, baseado no consagrado livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”. Na cidade, a iniciativa contemplará 15.731 alunos da rede municipal.
“A ‘Câmara Temática’ cria um sistema permanente de colaboração, cooperação e troca de informações entre as cidades participantes nas áreas de recursos humanos, técnicos e projetos pedagógicos, bem como de planejamento integrado das políticas educativas no âmbito da Grande São Paulo”, afirmou a secretária de Educação, professora Régia Gouveia Sarmento destacando a importância da reunião.
De acordo com o Censo Escolar de 2012, a Região Metropolitana de São Paulo tem 5,1 milhão de alunos, 219.614 professores atuando nas salas de aula de 13.294 escolas (pré-escolas, Ensino Fundamental e Médio), constituindo assim o maior e mais complexo território educacional do Brasil.

A reunião da “Câmara Temática de Educação” dos municípios da região metropolitana, sediada pela primeira vez em Osasco, é coordenada pelo secretário de educação da cidade de São Paulo, professor Cesar Callegari.

Municípios participantes

Arujá, Barueri, Biritiba Mirim, Caieiras, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Ferraz de Vasconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guararema, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Jandira, Juquitiba, Mairiporã, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Poá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Salesópolis, Santa Isabel, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Lourenço da Serra, São Paulo, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista, além da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

Por: Kelly Cerqueira(fotos: Leandro Palmeira /PMO)

Apenas quatro estados atingem metas do Ideb para o ensino médio

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Apenas quatro estados atingiram as metas individuais de qualidade do ensino médio, estipuladas para 2013, de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado hoje (5), enquanto 13 estados tiveram queda de desempenho em relação à pesquisa de 2011 e os demais melhoraram, mão não o suficiente para alcançar as metas individuais.

O Amazonas, tinha a projeção de desempenho mais baixa, de apenas 3 pontos, e alcançou 3,2; Pernambuco ficou com 3,8 e superou a meta de 3,6; Rio de Janeiro e Goiás ficaram com nota 4, enquanto suas metas eram 3,8.

A exemplo das outras 23 unidades da federação, a nota nacional de 2013 não atingiu a meta estipulada pelo Ministério da Educação (MEC) para o ensino médio, que era 3,9 pontos. A média ficou nos mesmos 3,7 de 2011. Para avaliar o desempenho dos estados, o MEC fixa uma meta para cada estado, além de uma nacional, a serem perseguidas.

Segundo o ministro da Educação, Henrique Paim, o governo previu uma influência maior da melhoria dos primeiros anos do ensino fundamental no desempenho dos anos seguintes, até o término do ensino médio, o que não aconteceu.

Além disso, o ministro reconheceu que há necessidade de reavaliar o currículo do ensino fundamental, o que, segundo ele, já está sendo discutido. “Temos o desafio de encontrar uma forma de ter maior flexibilidade no currículo, de redesenhar o currículo a partir de arestas e permitir que ele seja mais atrativo”, disse Paim, acrescentando que também é preciso avançar na formação para o trabalho.

Nos anos finais do ensino fundamental, que vão do 6º ao 9º ano, Pernambuco, Amazonas, Piauí, Acre, Ceará, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais atingiram a meta para 2013. O Brasil como um todo não atingiu a meta de 4,4, ficando nos 4,2 em 2013, levemente acima do 4,1 de 2011.

A meta nacional só foi atingida nos primeiros anos do ensino fundamental, que vão do 1º ao 5º anos. Enquanto a meta era 4,9, a nota alcançada foi 5,2.

O Ideb é um indicador federal calculado a cada dois anos, que alia as taxas de aprovação no ensino básico ao desempenho dos alunos na Prova Brasil, que avalia conhecimentos em português e matemática.

*Colaborou Marcelo Brandão

Da Agência Brasil

Adolescentes agridem professora em escola

Jovens foram encaminhados a Fundação Casa após a acusação de arremessar uma mochila contra a docente

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Agressão ocorreu em uma escola do Jardim Damasceno / Divulgação
Na tarde da quinta-feira (4), dois adolescentes foram detidos após agredirem uma professora com uma mochila em uma escola do Jardim Damasceno, na Zona Norte de São Paulo. As informações são da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

A professora, 48, corrigia as provas quando sentiu a pancada, provocada por uma mochila que fora lançada contra ela. O SAMU foi chamado e a socorreu desmaiada. Ela foi encaminha ao Hospital da Vila Nova Cachoeirinha e liberada após os devidos cuidados.

Os jovens disseram que estavam brincando de jogar a mochila de um lado para o outro quando esta caiu “sem querer” na docente. A professora, por sua vez, disse que os alunos fizeram propositalmente, já que são indisciplinados.

A dupla foi levada a Fundação Casa, pois a professora manifestou interesse em “representar criminalmente contra os alunos”. O boletim de ocorrência de como ato infracional e apreensão de adolescente foi registrado no 72º DP.

Fonte: Diário SP Online