Investe SP faz missões internacionais em busca de novos investimentos em tecnologia

Delegação brasileira visitou Japão, China e Estados Unidos

São Paulo tem buscado diferentes alternativas para alancar os investimentos em todo o estado. Entre elas, estão as ações promovidas pela Investe São Paulo, agência à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, que acaba de participar de missões internacionais em Tóquio (Japão), Pequim (China), e nas cidades estadunidenses de Nova Iorque, Washington, Boston e Chicago.

A meta desses encontros é atrair ao estado novos empreendimentos estrangeiros especializados em tecnologia da e comunicação. “São Paulo é um hub de tecnologia no Brasil, principalmente por sua economia diversificada e por abrigar as sedes latino-americanas das grandes empresas do setor. Além disso, é aqui que ficam os principais polos de inovação e pesquisa da região”, explica Juan Quirós, presidente da Investe SP.

Essa integração entre a delegação brasileira com outros países é resultado de um convênio firmado, em 2013, entre a Investe SP e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Missões internacionais

Nos Estados Unidos, por exemplo, além da visita a empresas, houve contato com instituições diplomáticas, associações e agências de promoção de investimento. A ideia era firmar parcerias com organismos que têm contato frequente com empresas interessadas em expandir-se para o Brasil. O mesmo aconteceu durante os encontros realizados no continente asiático, mais especificamente em Pequim e Tóquio.
Saldo positivo
O balanço entre projetos de investimentos atendidos e divulgados pela Investe São Paulo entre 2014 e 2015 foi positivo: 260% a mais nos valores. Além de 228% a mais na quantidade de empregos. Fora isso, o número de projetos cresceu 131% .
Com informações do Portal do Governo do Estado de SP

Campus Party em São Paulo vai debater a substituição de empregos pela tecnologia

Campus Party

Começa hoje (26) a Campus Party, evento de tecnologia, inovação e empreendedorismo que chega à sua nona edição, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na capital paulista. São esperados, até domingo (31), 120 mil visitantes e 8 mil campuseiros, vindos de todo o Brasil e de 21 países.

O tema deste ano é Feel The Future (Sinta o futuro, em tradução livre para o português). Paco Ragageles, CEO e fundador da Campus Party, explica que em, no máximo 40 anos, 40% dos empregos formais, como conhecemos atualmente, serão dizimados. “Tudo poderá ser feito por máquinas, até a criatividade, vai ser feita melhor que por nós. A mudança vai ser tão gigante, que temos que pensar no futuro. A tecnologia vai acabar com os empregos, temos que pensar como reformular a sociedade”, disse.

O projeto Feel The Future terá uma fundação com mais de 1 mil especialistas, entre cientistas e sociólogos, focados em estudar quais tecnologias vão impactar as relações de emprego, quando se efetivarão e o que acontecerá com o planeta. “Vamos propor soluções para os desafios que vão chegar”, explicou.

Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party, disse que além do projeto, os visitantes terão a chance de conhecer 200 startups e receber orientações. “Ali é a chance de o jovem conseguir maior conhecimento para alavancar seu negócio, com a mentoria, as incubadoras”. O evento ainda traz trabalhos de universitários. “Temos grandes projetos que podem ser bem relevantes no futuro”, avaliou.

Campus Party em Brasília

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, participou da abertura da Campus Party em São Paulo e aproveitou para anunciar o lançamento do evento em Brasília, que está previsto para o segundo semestre de 2017. “Essa é uma vocação de Brasília, ser um grande centro de eventos culturais, esportivos, tecnológicos. Estamos estimulando muito as startups no Distrito Federal, tivemos R$ 5 milhões em promoção de startups. O evento será acolhido com muito entusiasmo por Brasília, especialmente pela juventude”, disse.

 
Da Agência Brasil

Comissão do Senado aprova proibição de bloqueio de celular por operadora

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A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou hoje (17) um substitutivo do senador José Medeiros (PPS-MT) proibindo o bloqueio, por parte das operadoras de telefone celular, dos aparelhos que vendem para uso de chips de concorrentes.

De acordo com o relator, o bloqueio de celular vem deixando de ser praticado pelas operadoras por conta dos avanços tecnológicos na telefonia celular, especialmente a partir do lançamento de aparelhos capazes de operar simultaneamente com mais de um chip e com mecanismos de desbloqueio.

José Medeiros considerou necessário incluir na legislação norma proibindo a prática, de modo a garantir o direito de escolha do usuário e evitar que ainda sejam vendidos terminais passíveis de bloqueio.

No substitutivo, o relator aproveitou partes dos projetos PLC 123/2011, do deputado Arnon Bezerra (PTB-CE), e PLS 559/2011, do ex-senador Gim (PTB-DF). Ambos tratam do assunto e, por isso, tramitam em conjunto.

A matéria segue para análise da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), para decisão terminativa.

* Com informações da Agência Senado.

 
Da Agência Brasil

Cientistas descrevem nova espécie de Vespa Social

Da Redação

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Espécie foi encontrada na Reserva Catuaba, da Universidade Federal do Acre (UFAC)

Os pesquisadores Sidnei Mateus, especialista em laboratório, e o professor Fabio Santos do Nascimento, ambos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, e os professores Sergio Ricardo Andena e Marcos Aragão, da Universidade Federal de Feira de Santana, Bahia, descreveram uma nova espécie de vespa social do gênero Chartergellus. Ao descrever a nova espécie, os pesquisadores prestaram homenagem ao professor Ronaldo Zucchi, titular aposentado do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, atribuindo à espécie de vespa, até então não descrita, o nome de Chartergellus zucchii.

A Chartergellus zucchii foi encontrada em 2002, na Reserva Catuaba, pertencente a Universidade Federal do Acre (UFAC) e a sua descrição foi publicada na Revista Sociobiology em março de 2015. Segundo os pesquisadores, o gênero Chartergellus tem ampla distribuição no Brasil, mas a maior concentração de espécie está na região norte.

Difere dos demais gêneros de vespas sociais, por apresentarem arquitetura do ninho diferenciada, e também características morfologias e de coloração do corpo peculiares. Já a nova espécie de vespa chamou a atenção devido algumas características morfológicas que ficaram evidentes quando comparada com as outras espécies do gênero e a arquitetura de seu ninho. A entrada do ninho se apresenta voltada para baixo e contendo um anel com resina vegetal em seu entorno, possivelmente uma forma de defesa para evitar a entrada de formigas.

Homenagem

O nome da espécie “zucchii” foi escolhido, pois o grupo quis demonstrar gratidão ao professor, pelos anos de trabalho e dedicação, orientação aos alunos de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, pelos estudos de comportamento com vespas sociais e abelhas sem ferrão, além da amizade e bons conselhos profissionais oferecido a todos. Mas, especialmente, pelo seu extenso trabalho na área de evolução do comportamento social de vespas sociais e abelhas sem ferrão, abrangendo os temas de evolução da organização social em abelhas sem ferrão e mecanismos de diferenciação entre castas de vespas sociais”.

Fonte: Gabriela Vilas Boas, da Assessoria de Comunicação da FFCLRP

 

 

Tecnologia: Atualmente os golpes mais comuns são praticados por email, sms e whatsapp

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Atualmente os golpes de estelionatários mais praticados são feitos por email, sms e whatsapp. É o que aponta um estudo feito por uma empresa especializada em soluções de prevenções à fraude. O estudo aponta que as tentativas de fraudes via aparelho móvel devem chegar a 18% neste ano. No ano passado, o número foi bem menor, cerca de 7%.

De acordo com o especialista em segurança na internet, Fabrício Murakami, normalmente, a vítima só dá conta da fraude, quando detecta uma transação que ela não efetuou em seu cartão de crédito ou na conta bancária, ou seja, bem depois da ação criminosa.

Para o especialista, o grau de eficiência da segurança para frustrar as ações criminosas é muito avançado, porque o sistema bancário brasileiro está bem à frente, em relação até a aplicada em outros países. “Para se ter uma ideia, a tecnologia do chip em cartão de crédito foi desenvolvida aqui no Brasil e só agora foi migrado para aos Estados Unidos, ou seja, em termos de segurança, o mercado brasileiro está num passo muito adiantado e já está sendo criado outro dispositivo que faz a validação de um código através do celular, além do computador, para tornar impossível o estelionatário hackear ao mesmo tempo dois canais distintos”, explica.

Para evitar fraudes, o especialista alerta que ao comprar pela Internet, é importante que o consumidor verifique sempre se o site da loja ou do banco tem um cadeadinho, na barra inferior; é preciso verificar também se o endereço da página começa com HTTPS. E ainda verificar a reputação das lojas na Internet, e evitar compras e operações muito fáceis, usando o Wifi público, por exemplo, do aeroporto ou rodoviária.

Segundo Fabrício Murakami, é mais seguro usar a rede 4G do seu celular. Desconfiar de emails no formato de sorteio, concursos ou prêmios e manter o seu navegador seguro e ao abrir conta em banco, questione sobre os mecanismos de segurança que eles oferecem e acompanhe seu extrato semanalmente.

Fonte: EBC Rádios

Sites que vendem dados pessoais na web cometem crime? Confira no PComBR

Entenda as implicações legais de sites como o TudoSobreTodos que vendem dados pessoais pela web 

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Roubos e espionagens são cometidos através da Internet, e o que fazer para se defender de ambos? Pixabay/Domínio público

O Ponto Com Ponto Br da próxima segunda-feira (3) vai discutir uma série de asuntos que estão movimento as redes nos últimos dias. Vai ter inclusão digital, música e privacidade na rede.  Esta semana, todo mundo ficou conhecendo o site Tudo sobre Todos. O portal divulga informações pessoais como enderenço, CPF e nome de parentes. Para ter acesso, basta que o usuário pague um valor ao site para receber informações detalhadas sobre outras pessoas.

O serviço gerou tanto burburinho que a Justiça Federal chegou a determinar a retirada do site do ar.  Mas como isso é possível?  Como ele tem acesso os dados? E como funciona esse sistema de venda de dados? Para explicar melhor esse assunto, a gente conversa com o editor de Tecnologia do Portal da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Leyberson Pedrosa. Além disso, será que quem vende dados de outra pessoa está cometendo algum crime? para entender a implicações legais, a gente conversa com o professor da faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), Frederico de Lima.

Internet.org

Outro tema do programa do Ponto Com Ponto Br desta segunda-feira (3) é inclusão digital. O Facebook criou o projeto internet.org  com o objetivo de levar internet para comunidades carentes do país. Nsta semana, eles anunciaram um que construiram um drone gigante para levar internet a várias partes do mundo com dificuldade de conectividade. Para discutir o projeto, vamos entrevistar o assistente da área de Direitos Digitais da Artigo 19, Luiz Alberto Perin Filho.

Você confere ainda no programa desta semana um  bate-papo com o músico Phillip Long. Ele está lançando seu novo trabalho, Zeitgest, todo disponível para download gratuito na web.Clique aqui para baixar o CD.

Participe do Ponto Com Ponto Br pelo WhatsApp no número (61) 9674-1536. Para ouvir ao vivo pela internet, basta clicar no player abaixo no horário do programa:

O Ponto Com Ponto Br vai ao ar todas às segundas-feiras, às 17h, na Rádio Nacional de Brasília em rede com a Rádio MEC FM.

Fonte: portal EBC

Tecnologia:País não está preparado para cobertura total por TV digital, estima Abratel

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A cinco meses do início do processo de desligamento das transmissões analógicas em canal aberto, no Brasil, o presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), Luiz Claudio Costa, disse nesta terça-feira (2) que o país ainda não está preparado para o fim dessas transmissões para implementação da TV digital.

Durante audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado para tratar da transição do sistema analógico para a TV digital, Costa alertou que grande parcela da população ainda não tem os equipamentos necessários para acesso à TV digital. Para ele, o desligamento do sinal analógico, seguindo o atual cronograma – que terá início este ano e vai até 2018 – pode provocar o “desligamento da TV aberta no país”.

“Hoje, muita gente que está entre o [programa]Bolsa Família e a classe média ainda não tem noção do que é uma televisão de alta definição. Por culpa nossa [radiodifusores], que temos falhado em divulgar. Precisamos divulgar mais que basta que se tenha uma antena, de preferência externa, que a pessoa vai ter uma TV de alta definição. O que nos preocupa é que mais da metade da população ainda tem TV de tubo”, disse o presidente da Abratel.

De acordo com o presidente da Abratel, grande parcela da população que não está entre os beneficiários do Bolsa Família – que receberão gratuitamente os conversores da TV digital –, nem entre os que têm condições financeiras para comprar o equipamento, terá dificuldade para ter acesso à TV digital. “Há cerca de dois anos, cada vez que chegava na sala de espera do Ministério das Comunicações ficava ruborizado porque a TV era de tubo. Se lá ainda tem teve assim, imagina na casa de milhares de brasileiros. Precisamos acelerar”.

A partir de novembro deste ano será iniciado, no município de Rio Verde, em Goiás, o desligamento do sinal analógico para os canais abertos. A partir de abril do ano que vem, o procedimento será feito no Distrito Federal e em mais 11 cidades do entorno da capital do país.

Com o desligamento da TV analógica, a programação aberta ficará disponível apenas em formato digital, o que vai melhorar a qualidade de som e imagem da programação. Mas, para ter acesso à TV digital é necessário ter um aparelho de TV moderno ou comprar um conversor e instalar uma antena.

Para que a população de baixa renda não fique excluída da TV digital, o governo vai distribuir conversores com grande capacidade de interatividade para cerca de 14 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família.

Além do esclarecimento da população sobre o funcionamento da TV digital, o presidente da Abratel ressaltou a necessidade de linhas de crédito para que as empresas possam promover as atualizações necessárias para implementar a TV digital em todo o país.

Hoje, se todas as empresas fossem ao mercado para comprar equipamentos, a indústria não teria como atender à demanda. É preciso garantir que 100% população tenha uma TV em casa, aberta, gratuita, livre e democrática. Se as famílias tiverem condições de ter outra TV digital [paga], ótimo. Mas temos que dar condição para que todos tenham televisão gratuita e de boa qualidade, e para isso temos que fazer mais”, disse o presidente da Abratel.

O conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Rodrigo Zerbone Loureiro rebateu, porém, o posicionamento do presidente da Abratel, e enfatizou, na mesma audiência, que não haverá “apagão” da TV aberta, por conta da transição.

Ele disse que o cronograma de início da transição do sinal analógico para digital está mantido para o próximo mês de novembro, nas localidades em que pelo menos 93% das residências tenham acesso ao sinal digital, com consequente desligamento da TV analógica.

Zerbone ressaltou que onde não for alcançado o percentual mínimo de 93% de cobertura do sinal digital, o sinal analógico será mantido até que o índice de 93% seja atingido. Não existe possibilidade, segundo ele, de ter apagão ou de muitas pessoas ficarem sem acesso à TV digital. “A gente não trabalha com essa hipótese”, reforçou.

 

Da Agência Brasil

Campanha sobre o fim da transmissão analógica de TV começa hoje em São Paulo

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Campanha foi determinada pelo Ministério das Comunicações às concessionárias de canais de televisãoValter Campanato/Agência Brasil

Moradores da cidade de São Paulo e de 27 municípios que ainda assistem às programações de TV aberta pelo sistema analógico começam hoje (21) a ser alertados sobre o fim desse tipo de transmissão a partir de 15 de maio de 2016.

A campanha é obrigatória para os radiodifusores e foi estabelecida em portaria do Ministério das Comunicações. O objetivo é preparar a população para as recepções pelo formato digital , que tem melhor qualidade de imagem e som, além de outras vantagens, como suporte à recepção móvel, multiprogramação e interatividade. A ação já está em andamento em Rio Verde (GO) e na região do Distrito Federal.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em alguns períodos, os telespectadores verão em sua tela a letra A, símbolo da televisão analógica, que depois ganhará as demais letras formando a palavra Analógico. Uma tarja exibida logo abaixo, informará sobre a necessidade de se adaptar um conversor de TV digital aos aparelhos antigos para continuar assistindo as programações.

O aviso indicará também a opção de troca do aparelho por uma TV digital, lembrando que pode ser necessário o uso de uma antena apropriada, preferencialmente externa. Os alertas deverão ser mais frequentes à medida em que for se aproximando o término da trasmissão analógica.

A Anatel lembra que a maioria dos modelos mais novos de TV, de tela fina (plasma, LCD e LED, por exemplo), já é entregue ao consumidor com um conversor digital integrado. “Mas é recomendável consultar o manual do produto para ter certeza”, alerta o órgão.

Mais informações poderão ser obtidas no site www.vocenatvdigital.com.br ou pelo telefone 147. As ligações são gratuitas. Em ambos os casos, o atendimento será feito por funcionários da Entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (EAD).

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Com o fim das transmissões analógicas, empresas utilizarão a faixa de 700 megahertz para aumentar a capacidade de atendimento aos usuários de telefonia e internet de quarta geração (4G LTE)Valter Campanato/Agência Brasil

A entidade, formada por empresas de telecomunicações, é responsável pelo auxílio aos consumidores sobre as providências que devem ser adotadas para permitir que continuem assistindo à TV aberta no formato digital. Com o fim das transmissões pelo formato analógico, essas empresas usarão a faixa de radiofrequência (700 megahertz) para aumentar a capacidade de atendimento aos usuários dos serviços de telefonia e internet de quarta geração (4G LTE), no Brasil. Desde 2013, esses serviços ocorrem por meio da radiofrequência de 2,5 gigahertz.

O desligamento do sinal analógico da TV aberta acabará, gradualmente, em 2018. Em 2016, o cronograma inclui o Distrito Federal e as cidades próximas, em abril; as regiões metropolitanas de São Paulo, em maio; Belo Horizonte, em junho; Goiânia, em agosto, e Rio de Janeiro, em novembro.

A operação para implantar o novo sistema, bem como o 4G LTE, é coordenada pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) – presidido por um conselheiro diretor da Anatel, com a participação do Ministério das Comunicações e das empresas de telecomunicações envolvidas.

Da Agência Brasil

SP: operadoras não poderão bloquear a internet dos aparelhos celulares

As operadoras de telefonia móvel (Tim, Claro, Vivo e OI) não poderão mais bloquear a internet dos aparelhos celulares. Medida é válida para quando acabar a franquia de dados, no caso dos contratos que não previam esse corte.

A decisão é da justiça de São Paulo e tem carácter liminar, ou seja, é uma medida provisória e vale apenas para o estado. Confira o vídeo:

 
 Fonte:TV Brasil

Acessa SP oferece minicursos sobre Sustentabilidade

Da Redação: Objetivo é conscientizar usuários do programa e torná-los agentes multiplicadores

Para contribuir com a conscientização ambiental, o Acessa SP está oferecendo gratuitamente 32 minicursos que tratam de diferentes práticas sustentáveis. O objetivo é conscientizar os usuários do programa e torná-los agentes multiplicadores da informação e transformadores do meio em que vivem. As aulas podem ser acessadas no portal do Programa.

Entre os temas que abordam práticas sustentáveis estão: “Dicas para uma vida sustentável”; “Alimente-se bem sem desperdícios”; “Como fazer uma horta” e “Faça o tempo render”. Para cursá-los, basta inscrever-se e escolher o assunto de interesse. Uma vez inscrito, o usuário tem livre acesso para cursar todos os conteúdos disponíveis.

Para o cidadão que não possui acesso à internet, ou tem dificuldade para manusear um computador, o Acessa SP coloca à disposição 840 postos no Estado, sendo que em cada um deles há ao menos um monitor capacitado e disponível para atender suas demandas. Além disso, o programa chegou até as comunidades mais distantes, e já são 36 Acessas Rurais em funcionamento e outros 72 em implantação em diversas regiões do Estado.

Para este ano, os usuários podem esperar mais novidades para a área ambiental. O Acessa Verde é um dos projetos em pauta. A novidade inclui o desenvolvimento de novos cursos on-line, e terá como principal público, usuários das unidades rurais.

Fonte: Portal do Governo do Estado de SP